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O maior inimigo do que a gente mais quer é aquilo que a gente quer agora.

Por Caio Carneiro

"E quando pensa em realizar seu sonho?, perguntou o mestre a seu discípulo.`Quando tiver a oportunidade de fazê-lo´, respondeu este. O mestre lhe disse:`A oportunidade nunca chega. A oportunidade já está aqui."

Por Anthony de Mello

Pensei que não ia chegar o fim de semana, esperei tanto pra te ver Pedi pro tempo correr até você chegar Agora rezo pra ele parar ....

Por Henrique e Juliano

Lamentações de Jeremias, LM, 1:21, Ouvem-se os meus gemidos, mas não tenho quem me console. Todos os meus inimigos que souberam da minha desgraça se alegram, porque tu a fizeste cair sobre mim; mas, quando trouxeres o dia que anunciaste, eles serão semelhantes a mim. Tau -

Por Lamentações de Jeremias, Antigo Testamento

Mateus, MT, 21:25, <J>De onde era o batismo de João: do céu ou dos homens?</J> E eles discutiam entre si: - Se dissermos: ´Do céu`, ele nos dirá: ´Então por que não acreditaram nele?`

Por Mateus, Novo Testamento

PRA ALÉM DO CERRADO Para além do barranco do cerrado Talvez só a estrada, ou um castelo Talvez nada além dum olhar singelo Porém, pouco importa, vou levado Enquanto vou, aos devaneios velo E os gestos postos no chão arado Lavro cada sentimento denodado Não sei e nem pergunto, só prelo De que adianta querer qual lado Se o fado é tão diverso no paralelo E as curvas reveis no discordado E para aquilo que não vejo, o belo Sorriso, a mão do amor, ofertado Assim, refreio passada com flagelo Luciano Spagnol Poeta do cerrado Março de 2017 Cerrado goiano

Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL

Deuteronômio, DT, 22:5, - A mulher não deve usar roupa de homem, e o homem não deve vestir roupa de mulher, pois quem faz isso é abominável ao Senhor, seu Deus.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Sede vosso próprio guia e vosso próprio archote.

Por Buda

Cântico dos Cânticos, CT, 7:3, Os seus seios são como duas crias gêmeas de uma gazela.

Por Cântico dos Cânticos, Antigo Testamento

Não temos uma arma apontada à cabeça, dizias-me. Mas era impossível que não visses, impossível. Eu ao teu lado com aquela dor no pescoço, imóvel, cuidadosa, o cano frio na minha testa, a vida a estoirar-me a qualquer momento. Era impossível que não visses o revólver que levava sempre comigo. Por isso dormia virada para o outro lado, não era por me dar mais jeito aquele lado, era por me dar mais jeito não morrer quando nos víamos, era para dormir contigo só mais esta vez, sempre só mais esta vez, sempre com o meu amor a virar-se de costas, sempre com o teu amor apontado à cabeça.

Por Filipa Leal