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As mais seletas produções da pericia humana nao possue beleza que se possa comparar como a beleza do caráter.
Por Ellen G. WhitePois maior que tudo é o amor. E o tempo nem de longe consegue apagá-lo com a mesma rapidez com que apaga as lembranças.
Por Jostein GaarderNão é o que você faz, mas quanto amor você dedica no que faz que realmente importa.
Por Madre Teresa de CalcutáReal maravilhoso! Nossa vida flutuando em dois espaços, um real – outro fantástico imaginário, e nesse encontro do real maravilhoso ficamos presos, partidos aos pedaços estando em um, desejando o outro. Vivemos então o momento majestoso, onde tudo é possível na fantasia criada, e no equilíbrio dessa realidade virtual, encontramos a felicidade imaginada para amenizar a solidão do ser esmagado na realidade do viver buscando no fantástico irreal as ilusões passadas e perdidas.
Por Victor MottaJó, JÓ, 21:6, Porque só de pensar nisso fico apavorado, e sinto um calafrio passar pelo meu corpo.`
Por Jó, Antigo TestamentoEster, ET, 7:3, Então a rainha Ester disse: - Se eu tiver obtido o seu favor, ó rei, e se for do agrado do rei, que a minha vida seja a resposta ao meu pedido e que, como desejo, eu possa ter o meu povo.
Por Ester, Antigo TestamentoComo dizer as coisas certas Há alguns meses eu estava almoçando no México, e uma amiga – Cristina Belloni – fez um comentário: - “Acho que Deus não me escuta mais, porque vivo enchendo a paciência dele”. Todos os que estavam na mesa, riram. De minha parte, acho que Deus escuta sempre, não importa quantas vezes pedimos alguma coisa. Entretanto, o comentário de Cristina me fez lembrar uma história, narrada pelo jesuíta Anthony de Mello em seu livro “O Enigma do Iluminado”: A história dos dois videntes Pressentindo que seu país em breve iria mergulhar numa guerra civil, o sultão chamou um dos seus melhores videntes, e perguntou-lhe quanto tempo ainda lhe restava viver. - “Meu adorado mestre, o senhor viverá o bastante para ver todos os seus filhos mortos”. Num acesso de fúria, o sultão mandou imediatamente enforcar aquele que proferira palavras tão aterradoras. Então, a guerra civil era realmente uma ameaça! Desesperado, chamou um segundo vidente. - “Quanto tempo viverei”? – perguntou, procurando saber se ainda seria capaz de controlar uma situação potencialmente explosiva. - “Senhor, Deus lhe concedeu uma vida tão longa, que ultrapassará a geração dos seus filhos, e chegará a geração dos seus netos”. Agradecido, o sultão mandou recompensá-lo com ouro e prata. Ao sair do palácio, um conselheiro comentou com o vidente: - Você disse a mesma coisa que o adivinho anterior. Entretanto, o primeiro foi executado, e você recebeu recompensas. Por quê? - Porque o segredo não está no que você diz, mas na maneira como diz. Sempre que precisar disparar a flecha da verdade, não esqueça de antes molhar sua ponta num vaso de mel.
Por Paulo Coelho