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Eu não estava mentindo! Estava escrevendo ficção com a boca.

Por Homer Simpson

A falta de humildade de algumas pessoas torna a convivência mais difícil e o afastamento inevitável...

Por Emerson NunesS

Não assuma que seus sonhos são apenas fantasias. Se você pode imaginar um mundo, acredite nele... e mergulhe nele.

Por Kingdom Hearts

As pessoas identificam-se mais com uma pessoa vulnerável do que com uma vencedora. A vulnerabilidade leva à confiança e à intimidade e faz com que as pessoas estejam mais abertas ao que tem para lhes dizer.

Por Barbara Corcoran

Admiro as araras azuis. Aprendi no Discovery Channel que elas passam a vida inteira com o mesmo companheiro. São livres. Ninguém, nem nenhuma lei, obriga ninguém a ficar junto por mais tempo do que o amor consegue fazê-lo.

Por Brena Braz

A minha vida inteira eu fui um covarde, mas agora eu sei que fugir e me esconder das coisas que tenho medo não vai fazê-las desaparecer.

Por Naruto

Se há justiça de um lado ou de outro, isso seria chamado de autodefesa ou conquista. Mas isso é uma guerra. As guerras acontecem porque ambos os lados são justos. (Hidetomo Kajomaru)

Por Bleach: Thousand-Year Blood War

Escolher e renunciar são ações que andam de mãos dadas. Não é possível escolher alguma coisa sem renunciar a tantas outras. É um movimento que faz parte da vida.

Por Cláudio Domênico

⁠Eu fiz isso acidentalmente de propósito.

Por Jinx

Canção do Tamoio I Não chores, meu filho; Não chores, que a vida É luta renhida: Viver é lutar. A vida é combate, Que os fracos abate, Que os fortes, os bravos Só pode exaltar. II Um dia vivemos! E o homem que é forte Não teme da morte; Só teme fugir; No arco que entesa Tem certa uma presa, Quer seja tapuia, Condor ou tapir. III O forte, o cobarde Seus feitos inveja De o ver na peleja Garboso e feroz; E os tímidos velhos Nos graves concelhos, Curvadas as frontes, Escutam-lhe a voz! IV Domina, se vive; Se morre, descansa Dos seus na lembrança, Na voz do porvir. Não cures da vida! Sê bravo, sê forte! Não fujas da morte, Que a morte há de vir! V E pois que és meu filho, Meus brios reveste; Tamoio nasceste, Valente serás. Sê duro guerreiro, Robusto, fragueiro, Brasão dos tamoios Na guerra e na paz. VI Teu grito de guerra Retumbe aos ouvidos D'imigos transidos Por vil comoção; E tremam d'ouvi-lo Pior que o sibilo Das setas ligeiras, Pior que o trovão. VII E a mãe nessas tabas, Querendo calados Os filhos criados Na lei do terror; Teu nome lhes diga, Que a gente inimiga Talvez não escute Sem pranto, sem dor! VIII Porém se a fortuna, Traindo teus passos, Te arroja nos laços Do inimigo falaz! Na última hora Teus feitos memora, Tranqüilo nos gestos, Impávido, audaz. IX E cai como o tronco Do raio tocado, Partido, rojado Por larga extensão; Assim morre o forte! No passo da morte Triunfa, conquista Mais alto brasão. X As armas ensaia, Penetra na vida: Pesada ou querida, Viver é lutar. Se o duro combate Os fracos abate, Aos fortes, aos bravos, Só pode exaltar.

Por Gonçalves Dias