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Cântico dos Cânticos, CT, 2:9, O meu amado é semelhante ao gamo ou ao filho da gazela. Eis que ele está detrás de nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades.

Por Cântico dos Cânticos, Antigo Testamento

Estou fazendo o que qualquer pessoa com cérebro faria nessa situação. Estou aproveitando minhas oportunidades.

Por Colony

⁠Se um homem não trata bem a sua esposa, então não quero ouvi-lo falar sobre Cristo.

Por D. L. Moody

Ezequiel, EZ, 40:36, Também as suas câmaras, os seus pilares, os seus vestíbulos e as suas janelas ao redor; o comprimento era de vinte e cinco metros, e a largura, de doze metros e meio.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

um dia ela abriu a porta e viu o amor pular a janela

Por Eveline Sin

II Crônicas, 2CR, 24:15, Joiada morreu após uma longa velhice; tinha cento e trinta anos de idade quando morreu.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

⁠A solidão é muito pior do que a tristeza, porque a solidão, por definição, não pode ser compartilhada.

Por Kelly Rimmer

A tarefa fundamental dos líderes é instalar bons sentimentos naqueles que lidera.

Por Daniel Goleman

Então por verdade vos digo: "Jamais os que tem alma de Sol, verão a sombra como reflexo de sua própria luminosidade" Provérbio de Almany Sol

Por Almany Sol

SAUDOSISMO MUSICAL Gostaria de expor um pouco das minhas divagações e conceitos a respeito do saudosismo que ataca o coração dos mais sensíveis a um conjunto de sons compostos e dispostos de forma a chamar música, um relacionamento sem DR entre o tripé sonoro, harmonia, melodia e ritmo. Quem não se lembra daquela música popular que se fazia com melodia, harmonia e ritmo em doses exatas de elegância inteligência e "wit" ? E de letras que, quando eram boas falavam de sentimentos profundos. E, quando eram ótimas, de sentimentos superficiais, mas sempre com pitadas perfeitas de sincera ironia. Para completar, era uma música popular que só ficava bem nas vozes de cantores e cantoras que sabiam cantar - digo, que faziam questão de decorar as letras e colocar as notas nos lugares certos, enfeitando ainda mais a melodia com peculiares intervenções e interpretações. No dia em que se escrever a história de como as emoções humanas se transformam à luz difusa do abat-jour lilás, será para esses cantores e cantoras e suas canções que teremos que apelar. Hoje estou com o espírito aberto e, também, mostrar um pouco da minha face oculta do conhecimento geral da matéria em questão. Muitos dos que me conhecem me ouvem divulgando a Música Popular Brasileira (MPB) mas quero falar dos diamantes lapidados da música internacional, que se transforma em música popular internacional. Vocês sabem do que estou falando: de The man I love, com Billie Holiday; When I fall in love, com Nat King Cole; I get a kick out of you, e, My way com Frank Sinatra; My funny Valentine, com Sarah Vaughan; The lady is a tramp, com Ella Fitzgerald, Night na day, April in Paris, As time goes by, canções que milagrosamente conseguiram sobreviver à zorra que nos azucrinou nas trevas dos últimos anos. E sabem por que sobreviveram ? Porque foram escritas para isso. Seus autores quando abriram os pianos e fizeram pontas nos lápis, há muitos e muitos anos, imaginaram que haveria um futuro e capricharam para não desapontar os pôsteres. Mesmo com toda evolução tecnológica e o advento da internet, não é raro nos depararmos com postagens de saudosistas de almas sublimes, brindadas e nos brindando com tais lembranças. Música boa não passa, não esquece e não morre...(Mais uma taça de vinho, por favor...rs)

Por Marcos Marques