Veja outros textos inspiradores!

Rute, RT, 2:8, Então Boaz disse a Rute: - Escute, minha filha, você não precisa ir colher em outro campo, nem se afastar daqui. Fique aqui com as minhas servas.

Por Rute, Antigo Testamento

Jeremias, JR, 51:61, Jeremias disse a Seraías: - Quando você chegar à Babilônia, trate de ler em voz alta todas estas palavras.

Por Jeremias, Antigo Testamento

Se escrevo romances é porque só através deles é possível dizer certas coisas que estão recalcadas. O romance desvela a realidade, põe a injustiça a nu, possibilitando a identificação e eternizando o universo que ele cria.

Por Betty Milan

Eu sou, talvez, uma pessoa complicada. O amor parece-me uma coisa complicada. Mas quando eu olho para vocês, littlemonsters, é tão simples. O amor é fácil.

Por Lady Gaga

A solidão é essencial à fraternidade.

Por Gabriel Marcel

O conhecimento é a fonte mais democrática de poder.

Por Alvin Toffler

A massificação procura baixar a qualidade artística para a altura do gosto médio. Em arte, o gosto médio é mais prejudicial do que o mau gosto... Nunca vi um gênio com gosto médio.

Por Ariano Suassuna

“ O trabalho consome o tempo, O tempo consome o trabalho, O que sobra é a vontade, De mais tempo sem trabalho...” Oscar

Por Oscar de Jesus Klemz

II Coríntios, 2CO, 3:17, Ora, este Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.

Por II Coríntios, Novo Testamento

Quero dizer que te amo só de amor. Sem idéias, palavras, pensamentos. Quero fazer que te amo só de amor. Com sentimentos, sentidos, emoções. Quero curtir que te amo só de amor. Olho no olho, cara a cara, corpo a corpo. Quero querer que te amo só de amor. São sombras as palavras no papel. Claro-escuros projetados pelo amor, dos delírios e dos mistérios do prazer. Apenas sombras as palavras no papel. Ser-não-ser refratados pelo amor no sexo e nos sonhos dos amantes. Fátuas sombras as palavras no papel. Meu amor te escrevo feito um poema de carne, sangue, nervos e sêmen. São versos que pulsam, gemem e fecundam. Meu poema se encanta feito o amor dos bichos livres às urgências dos cios e que jogam, brincam, cantam e dançam fazendo o amor como faço o poema. Quero da vida as claras superfícies onde terminam e começam meus amores. Eu te sinto na pele, não no coração. Quero do amor as tenras superfícies onde a vida é lírica porque telúrica, onde sou épico porque ébrio e lúbrico. Quero genitais todas as nossas superfícies. Não há limites para o prazer, meu grande amor, mas virá sempre antes, não depois da excitação. Meu grande amor, o infinito é um recomeço. Não há limites para se viver um grande amor. Mas só te amo porque me dás o gozo e não gozo mais porque eu te amo. Não há limites para o fim de um grande amor. Nossa nudez, juntos, não se completa nunca, mesmo quando se tornam quentes e congestionadas, úmidas e latejantes todas as nossas mucosas. A nudez a dois não acontece nunca, porque nos vestimos um com o corpo do outro, para inventar deuses na solidão do nós. Por isso, a nudez, no amor, não satisfaz nunca. Porque eu te amo, tu não precisas de mim. Porque tu me amas, eu não preciso de ti. No amor, jamais nos deixamos completar. Somos, um para o outro, deliciosamente desnecessários. O amor é tanto, não quanto. Amar é enquanto, portanto. Ponto.

Por Roberto Freire