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Quando permito que alguém entre na minha vida, das duas, uma: ou a pessoa vai continuar me aguentando embora eu não mereça isso de ninguém; ou a pessoa pisa em mim e vai embora.
Por Alexis HallJoão, JO, 3:32, e dá testemunho daquilo que viu e ouviu, mas ninguém aceita o seu testemunho.
Por João, Novo TestamentoO imaginário brasileiro, pelo racismo, não concebe reconhecer que as mulheres negras são intelectuais.
Por Conceição EvaristoSabemos que, para colocar nosso futuro em primeiro lugar, devemos primeiro colocar nossas diferenças de lado Abaixamos nossas armas para que possamos estender nossos braços uns para os outros
Por Amanda GormanDeuteronômio, DT, 22:3, Faça o mesmo com o jumento, com a roupa, ou com qualquer outra coisa que o seu compatriota perder e que você achar; você não pode se omitir.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoJoão, JO, 4:25, A mulher respondeu: - Eu sei que virá o Messias, chamado Cristo. Quando ele vier, nos anunciará todas as coisas.
Por João, Novo TestamentoHá um pássaro nesta árvore do corpo, que dança no êxtase da vida. Ninguém sabe onde está, e quem poderia saber o que sua música significa? Ele aninha onde os galhos projetam sombras profundas; Ele vem no crepúsculo e voa ao amanhecer, e nunca diz uma palavra do que pretende. Ninguém pode me dizer nada sobre este pássaro que canta no meu sangue. Não é colorido ou incolor; Não tem forma nem contorno; Fica sempre na sombra do amor. Ele vive dentro do Inalcançável, do Ilimitado, do Eterno, e ninguém pode dizer quando vem ou quando vai. Kabir diz: “Companheiro buscador, O mistério deste pássaro é maravilhoso e profundo. Seja sábio; lute para saber onde este pássaro vem descansar.”
Por KabirÊxodo, EX, 34:12, Abstenham-se de fazer aliança com os moradores da terra para onde vocês vão, para que isso não seja uma armadilha no meio de vocês.
Por Êxodo, Antigo TestamentoA vida de cada um é também a tessitura desse monstruário pessoal no qual vamos nomeando os seres que assombram apenas a nós. Aqueles que nascem de uma mitologia íntima, forjada em nosso confronto com o real, sempre muito mais apavorante.
Por Eliane Brum