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A glória dos homens deve ser sempre medida pelos meios de que lançaram mão para conquista-las.

Por François de La Rochefoucauld

O amor é uma palavra que sempre chama atenção, mesmo que a gente não queira, o amor tem sempre a razão. O amor é um sentimento tão nobre, tão bonito, é nele que eu me alimento, é nele que eu acredito.

Por Fábio Jr.

⁠Eu experienciei a morte tantas vezes. Mas nunca a minha.

Por Dexter: Pecado Original

A ciência só serve para fenômenos repetíveis.

Por Evil

Isaías, IS, 34:11, O pelicano e o ouriço tomarão posse do lugar; a coruja e o corvo habitarão nessa terra. O Senhor estenderá sobre Edom o cordel de destruição e o prumo de ruína.

Por Isaías, Antigo Testamento

Regras. Sem elas, viveríamos com os animais.

Por John Wick: Um Novo Dia Para Matar

Deus me livre, gostei Nem queria, me apaixonei Essa princesa quebra defesa Ela é covardia demais Bateu fraqueza, tomei rasteira Olha só o que ela me faz

Por Kevinho

Neemias, NE, 6:11, Porém eu disse: - Você acha que um homem como eu fugiria? Alguém como eu entraria no templo para salvar a vida? De maneira nenhuma entrarei.

Por Neemias, Antigo Testamento

Sem exagero, não há nas bibliotecas deste mundo, não há nos pisos deste chão, não há na lucidez das minhas loucuras e muito menos na imensidão das suas ausências, nada nem ninguém capaz de entender o silêncio dos meus poemas com a mesma delicadeza dos seus olhos. Eles têm o privilégio de ler as entrelinhas de cada verso, e por ali ficar por horas e horas e dias e dias, até adormecerem num sonho confuso e denso – como são os sonhos dos que amam e não podem se entregar. E eles nunca se fecham porque precisam de vida para morrer, e também precisam se alimentar dessa poesia para continuar a brilhar e a sentir saudades e a mentir verdades. Por isso serão sempre densos, tensos e imensos. Já, meus poemas têm a necessidade de buscar nos seus traços o formato de cada letra e o compromisso de catar em suas mãos as palavras mais imperfeitas – aquelas que nunca foram versificadas – e ver se cada "eu te amo" gritado silenciosamente pelos seus lábios finos consegue me acolher sem dentes, sem me deixar sofrer e só me fazer enxergar o que há de mais belo no amor: aquilo que não se diz. Meus poemas também têm a obrigação de contar nos seus dedos todas as vezes que eu não pude ouvir o tom da sua voz tão deliciada dizer que sente a minha falta. E nesse timbre ficar e respirar por meses e meses e rimas e rimas, até adoecerem num sonho doce e triste – como são os sonhos dos que amam e não encontram ninguém para se entregar. E eles nunca se ausentam por muito tempo porque precisam das migalhas da sua presença, dos pedaços mastigados do seu coração e de alguns goles das suas lágrimas para não secarem, sozinhos, como os pontos finais dos breves romances sem final feliz. Por isso também serão sempre densos, tensos e imensos. Saiba que também não sei muito bem o que pode sair da boca e dos poros e das mãos e dos olhos de um homem de carne e osso e sangue e sonhos que se permite acreditar na realidade de vez em quando. E mesmo que nada faça sentido. E mesmo que eu não consiga me expressar com as palavras certas. E mesmo que você não interprete da maneira mais simples meus sentimentos mais complicados, meus desejos mais confusos e minhas mais sinceras verdades sobre você, sobre mim, sobre nós; saiba que aqui, em cada página, em cada erro ou palavra, em cada espaço ou entrelinha, em cada ponto e vírgula, estão os meus mais vivos pensamentos, aqueles que pulsam e vibram cada vez que pensam no que não fomos... Não sei como nem quando surgiu a ideia de começar a te escrever. [página solta de uma carta despedaçada; antônio]

Por Eu me chamo Antônio

A justiça militar está para a justiça assim como a música militar está para a música.

Por Georges Clemenceau