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Números, NM, 33:29, Partiram de Mitca e acamparam em Hasmona.

Por Números, Antigo Testamento

Sempre existe no mundo uma pessoa que espera a outra, seja no meio do deserto, seja no meio das grandes cidades, e quando estas pessoas se cruzam , e seus olhos se encontram, todo o passado e todo o futuro perdem qualquer importância, e só existe aquele momento e aquela certeza incrível de que todas as coisas debaixo do sol foram escritas pela mesma Mão.

Por Paulo Coelho

Como se fosse possível matar o tempo sem ferir a eternidade.

Por Henry David Thoreau

São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades.

Por Alvo Dumbledore

⁠Ter você me ensinou O que é não ter nada

Por Joyce Alane

A ciência será sempre uma busca, jamais uma descoberta. É uma viagem, nunca uma chegada.

Por Karl Popper

Tinha prometido pra mim mesmo que não iria mais me apaixonar por ninguém... mas aí eu conheci você.

Por Flávio Leandro

Só me resta agora Esta graça triste De te haver esperado Adormecer primeiro. Ouço agora o rumor Das raízes da noite, Também o das formigas Imensas, numerosas, Que estão, todas, corroendo As rosas e as espigas. Sou um ramo seco Onde duas palavras Gorjeiam. Mais nada. E sei que já não ouves Estas vãs palavras. Um universo espesso Dói em mim com raízes De tristeza e alegria. Mas só lhe vejo a face Da noite e a do dia. Não te dei o desgosto De ter partido antes. Não te gelei o lábio Com o frio do meu rosto. O destino foi sábio: Entre a dor de quem parte E a maior — de quem fica — Deu-me a que, por mais longa, Eu não quisera dar-te. Que me importa saber Se por trás das estrelas haverá outros mundos Ou se cada uma delas É uma luz ou um charco? O universo, em arco, Cintila, alto e complexo. E em meio disso tudo E de todos os sóis, Diurnos, ou noturnos, Só uma coisa existe. É esta graça triste De te haver esperado Adormecer primeiro. É uma lápide negra Sobre a qual, dia e noite, Brilha uma chama verde

Por Cassiano Ricardo

em vão espero as desintegrações e os símbolos que precedem ao sonho

Por Jorge Luis Borges

Julgo avistar, na treva, as folhas das navalhas E os gritos de socorro ouvir estrangulados

Por Cesário Verde