Veja outros textos inspiradores!

Nas asas do tempo, a tristeza voa.

Por Jean de La Fontaine

Tudo é organizado para ser assim, isso é o que é chamado de cultura.

Por Jacques Derrida

O mundo todo está contra você? Já imaginou a possibilidade dele estar com a razão?

Por Arlequina

II Samuel, 2SM, 21:21, Quando ele insultou Israel, Jônatas, filho de Simeia, irmão de Davi, o matou.

Por II Samuel, Antigo Testamento

Ser novo é não ser velho. Ser velho é ter opiniões. Ser novo é não querer saber de opiniões para nada. Ser novo é deixar os outros ir em paz para o Diabo com as opiniões que têm, boas ou más — boas ou más, que a gente nunca sabe com quais é que vai para o Diabo.

Por Álvaro de Campos

Atos, AT, 7:31, Moisés ficou maravilhado diante daquela visão e, aproximando-se para contemplá-la, ouviu-se a voz do Senhor, que disse:

Por Atos, Novo Testamento

Vemos aquilo que está fora de nós, mas não vemos o que está em nós; apenas o sentimos.

Por Leon Tolstói

Até que o sol não brilhe, acendamos uma vela na escuridão.

Por Confúcio

⁠Tome cuidado com a narrativa e a forma. O poder delas pode nos aproximar da verdade, mas elas também podem ser uma arma com grande poder de manipulação.

Por Disclaimer (série)

Boa Noite Boa noite, Maria! Eu vou,me embora. A lua nas janelas bate em cheio. Boa noite, Maria! É tarde... é tarde. . Não me apertes assim contra teu seio. Boa noite! ... E tu dizes - Boa noite. Mas não digas assim por entre beijos... Mas não mo digas descobrindo o peito, — Mar de amor onde vagam meus desejos! Julieta do céu! Ouve... a calhandra já rumoreja o canto da matina. Tu dizes que eu menti? ... pois foi mentira... Quem cantou foi teu hálito, divina! Se a estrela-d'alva os derradeiros raios Derrama nos jardins do Capuleto, Eu direi, me esquecendo d'alvorada: "É noite ainda em teu cabelo preto..." É noite ainda! Brilha na cambraia — Desmanchado o roupão, a espádua nua O globo de teu peito entre os arminhos Como entre as névoas se balouça a lua. . . É noite, pois! Durmamos, Julieta! Recende a alcova ao trescalar das flores. Fechemos sobre nós estas cortinas... — São as asas do arcanjo dos amores. A frouxa luz da alabastrina lâmpada Lambe voluptuosa os teus contornos... Oh! Deixa-me aquecer teus pés divinos Ao doudo afago de meus lábios mornos. Mulher do meu amor! Quando aos meus beijos Treme tua alma, como a lira ao vento, Das teclas de teu seio que harmonias, Que escalas de suspiros, bebo atento! Ai! Canta a cavatina do delírio, Ri, suspira, soluça, anseia e chora. . . Marion! Marion!... É noite ainda. Que importa os raios de uma nova aurora?!... Como um negro e sombrio firmamento, Sobre mim desenrola teu cabelo... E deixa-me dormir balbuciando: — Boa noite! — formosa Consuelo.

Por Castro Alves