Veja outros textos inspiradores!

Hebreus, HB, 10:6, não te agradaste de holocaustos e ofertas pelo pecado.

Por Hebreus, Novo Testamento

Ninguém é perfeito. Aceite gentilmente sua humanidade.

Por Deborah Day

Nas asas do amor a alma anseia por voar "para casa", para o mundo das ideias. Ela quer ser libertada da "prisão do corpo"...

Por Platão

Morte (Hora de Delírio) Pensamento gentil de paz eterna Amiga morte, vem. Tu és o termo De dous fantasmas que a existência formam, — Dessa alma vã e desse corpo enfermo. Pensamento gentil de paz eterna, Amiga morte, vem. Tu és o nada, Tu és a ausência das moções da vida, do prazer que nos custa a dor passada. Pensamento gentil de paz eterna Amiga morte, vem. Tu és apenas A visão mais real das que nos cercam, Que nos extingues as visões terrenas. Nunca temi tua destra, Não vou o vulgo profano; Nunca pensei que teu braço Brande um punhal sobr'humano. Nunca julguei-te em meus sonhos Um esqueleto mirrado; Nunca dei-te, pra voares, Terrível ginete alado. Nunca te dei uma foice Dura, fina e recurvada; Nunca chamei-te inimiga, Ímpia, cruel, ou culpada. Amei-te sempre: — pertencer-te quero Para sempre também, amiga morte. Quero o chão, quero a terra, - esse elemento Que não se sente dos vaivens da sorte. Para tua hecatombe de um segundo Não falta alguém? — Preencha-a comigo: Leva-me à região da paz horrenda, Leva-me ao nada, leva-me contigo. Miríades de vermes lá me esperam Para nascer de meu fermento ainda, Para nutrir-se de meu suco impuro, Talvez me espera uma plantinha linda. Vermes que sobre podridões refervem, Plantinha que a raiz meus ossos fera, Em vós minha alma e sentimento e corpo Irão em partes agregar-se à terra. E depois nada mais. Já não há tempo, nem vida, nem sentir, nem dor, nem gosto. Agora o nada — esse real tão belo Só nas terrenas vísceras deposto. Facho que a morte ao lumiar apaga, Foi essa alma fatal que nos aterra. Consciência, razão, que nos afligem, Deram em nada ao baquear em terra. Única idéia mais real dos homens, Morte feliz — eu quero-te comigo, Leva-me à região da paz horrenda, Leva-me ao nada, leva-me contigo. Também desta vida à campa Não transporto uma saudade. Cerro meus olhos contente Sem um ai de ansiedade. E como um autômato infante Que ainda não sabe mentir, Ao pé da morte querida Hei de insensato sorrir. Por minha face sinistra Meu pranto não correrá. Em meus olhos moribundos Terrores ninguém lerá. Não achei na terra amores Que merecessem os meus. Não tenho um ente no mundo A quem diga o meu - adeus. Não posso da vida à campa Transportar uma saudade. Cerro meus olhos contente Sem um ai de ansiedade. Por isso, ó morte, eu amo-te e não temo: Por isso, ó morte, eu quero-te comigo. Leva-me à região da paz horrenda, Leva-me ao nada, leva-me contigo.

Por Junqueira Freire

Não deu tempo de você cansar da realidade.

Por Black Mirror

° ೋ✿ As pessoas doces não são ingênuas, nem estúpidas e muito menos indefesas. Afinal elas não usam máscaras , e são completamente livres em sua vulnerabilidade para sentir , amar , correr o risco e ser feliz!

Por Liahna Mell

O novo mandamento agora é, sensibilizai-vos, esclarecei-vos, conscientizai-vos uns aos outros, com calma, com respeito, com sinceridade e com amor.

Por Eduardo Marinho

A pessoa que convive com o medo da violência não se importa se está sendo ameaçada por um paramilitar de direita ou um terrorista de esquerda; ela não se importa se é ameaçada por um cartel de drogas ou por uma polícia corrupta. Ela se importa apenas com o fato de estar sendo ameaçada e de que sua família não pode viver e trabalhar em paz. É por isso que nunca haverá segurança verdadeira a não ser que foquemos nossos esforços no combate a todas as fontes de medo nas Américas. É isso o que farei como presidente dos Estados Unidos.

Por Barack Obama

(Eu Amo Viver) Faço de mim um instrumento da arte e que me toquem poesias como arpas e canções e mãos de pintores que as paixões sempre me traga enxurradas de emoções Faço de mim a mais romântica e mais amada, porque o amor que mais amo é próprio. Faço de mim a mais forte para enfrentar o preconceito e a descriminação no qual relembro em cada poema que escrevo e saibam que não vou dar trégua para a sua ignorância. Faço de mim uma alma forte como a ventania por que a fraqueza não me abre portas e eu preciso passar e fazer a vida pulsar dentro do meu coração Faço de mim a busca na melhora dos meus defeitos, para aceitar os nãos da vida como se fossem normais Faço de mim um escudo para atravessar desertos e ser capaz de enfrentar redemoinhos e não ter medo de seguir meu caminho ouvindo nãos sem desistir de procurar os meus sonhos. Eu só quero desfrutar intensamente da vida, mesmo com meus medos poder sorrir, cantar, brincar, dançar e me vestir com as cores do arco-iris me entregar a todos os amores, me apaixonar, tentar viver sem preconceito ou pudores. Eu amo viver! (Antonia Diniz)

Por Antonia diniz

Não sei quem sou, que alma tenho. Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo. Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)... Sinto crenças que não tenho. Enlevam-me ânsias que repudio. A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha, nem ela julga que eu tenho. Sinto-me múltiplo. Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos que torcem para reflexões falsas uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas. Como o panteísta se sente árvore (?) e até a flor, eu sinto-me vários seres. Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente, como se o meu ser participasse de todos os homens, incompletamente de cada (?), por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço.

Por Fernando Pessoa