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Eu daria cada alento de meu peito Para lhe dar todas as coisas que minha mente não podia nutrir.
Por EvanescenceGênesis, GN, 13:5, Ló, que ia com Abrão, também tinha rebanhos, gado e tendas.
Por Gênesis, Antigo TestamentoEste inferno de amar Este inferno de amar – como eu amo! Quem mo pôs aqui n’alma… quem foi? Esta chama que alenta e consome, Que é vida – e que a vida destrói. Como é que se veio atear, Quando – ai se há-de ela apagar? Eu não sei, não me lembra: o passado, A outra vida que dantes vivi Era um sonho talvez… foi um sonho. Em que a paz tão serena a dormi! Oh! Que doce era aquele olhar… Quem me veio, ai de mim! Despertar? Só me lembra que um dia formoso Eu passei… Dava o Sol tanta luz! E os meus olhos que vagos giravam, Em seus olhos ardentes os pus. Que fez ela? Eu que fiz? Não o sei; Mas nessa hora a viver comecei… Por instinto se revela, Eu no teu seio divino Vim cumprir o meu destino... Vim, que em ti só sei viver, Só por ti posso morrer.
Por Almeida GarrettMORRER É INEVITÁVEL PORQUE TEMOS QUE MORRER UM DIA.. MORREREI SIM UM DIA. MAS QUERO MORRER DE TRISTEZA NÃO QUERO MORRER DE AMOR. A MORTE JA É TRISTE, ENTÃO PORQUE MORRER DE AMOR. PREFIRO MORRER DE SOLIDÃO. ASSIM MORRO SOZINHO E NÃO MACHUCO NINGUÉM
Por Eduardo BacciottiAtos, AT, 15:23, Mandaram por eles a seguinte carta: ´Os irmãos, tanto os apóstolos como os presbíteros, aos irmãos gentios em Antioquia, Síria e Cilícia, saudações.
Por Atos, Novo TestamentoHá várias medidas para medir a vontade humana. A mais exata e a mais segura é a que se exprime por esta questão: de que esforço és capaz?
Por William JamesEssas coisas que costumávamos fazer Uma história que fala de tempos vividos, Onde tudo está incluído sob o mesmo signo, a amizade. E eles eram luas para desfrutar, Sem pensar no amanhã que virá Sem se preocupar que um dia a magia iria acabar. O tempo passa, e vês que aqueles amigos Que eram tudo que você precisava para trilhar o caminho. Acima de tudo, sempre amizade. A família poderia esperar. Até que um dia deixei minha vida mais sozinha do que qualquer coisa. Rebobinei a minha vida à procura do seu cheiro Li as cartas que estavam na gaveta Como a vida mudou! Meu pai estava certo! Para onde foram as coisas que costumávamos fazer? Não é tarde demais para apanhar o comboio. Eu sei que vales a pena Eu não quero te perder. Lembras-te, há alguns anos, de quantas risadas demos? E o amanhã parecia ótimo para nós? O meu pai dizia-me sempre: “Pensa, filho, que um dia a dura realidade virá” E preso dentro dum pesadelo, num silêncio mortal Numa noite a profecia foi cumprida. Você começa a perceber que nada será igual Acordas e teu rosto dá-te pistas Da noite que passaste ontem Sentes que o buraco está mais perto do que longe Agora é hora de voltar Vês o teu rosto no espelho E sentes que está muito mal E começas a pensar a forma de recuperar O que deixaste para trás Uma manhã estava perdido na cidade Procurei o teu rosto, não sei onde está Talvez tenha desaparecido, não consegui encontrar E agora descubro que quase não tenho mais nada Sua memória, sua alegria em voz alta Seu jeito de pensar, não vou esquecer
Por Letra de música adaptado: Aquellas cosas que solíamos hacer de Benito Kamelas