Veja outros textos inspiradores!
Eu não acredito em sorte ou azar. Quanto mais duro eu trabalho mais sorte eu pareço ter.
Por Christian GreyZacarias, ZC, 6:13, Ele mesmo edificará o templo do Senhor e será revestido de glória. Ele se assentará no seu trono, e dominará, e será sacerdote no seu trono; e reinará perfeita união entre ambos os ofícios.
Por Zacarias, Antigo TestamentoSalmos, SL, 18:24, Por isso, o Senhor me retribuiu segundo a minha justiça, conforme a pureza das minhas mãos, na sua presença.
Por Salmos, Antigo TestamentoO tempo adiado Vêm aí dias piores. O tempo adiado até nova ordem surge no horizonte. Em breve deves amarrar os sapatos e espantar os cães para os charcos. Pois as vísceras dos peixes esfriaram no vento. A luz da anileira arde pobremente. Teu olhar pressente a penumbra: o tempo adiado até nova ordem desponta no horizonte. Do outro lado afunda tua amada na areia, ele sobe-lhe pelo cabelo esvoaçante, ele corta-lhe a palavra, ele ordena-lhe silêncio, ele encontra-a mortal e pronta para a despedida depois de cada abraço. Não olha para trás. Amarra teus sapatos. Espanta os cães. Joga os peixes ao mar. Anula a anileira! Vêm aí dias piores.
Por Ingeborg BachmannJeremias, JR, 29:26, ´O Senhor o constituiu sacerdote em lugar do sacerdote Joiada, para que, na Casa do Senhor, você se encarregue de todo louco que quer passar por profeta, para lançá-lo na prisão e prendê-lo no tronco.
Por Jeremias, Antigo TestamentoEster, ET, 5:6, Enquanto bebiam vinho, o rei disse a Ester: - Qual é o seu pedido? Peça, e lhe será dado. O que você quer? Será dado, mesmo que seja metade do reino.
Por Ester, Antigo TestamentoQuanto tempo mais vou desperdiçar meu talento? Quanto tempo mais vou trabalhar duro por nada?
Por Emília Perez (filme)Eu não sou promíscua. Mas sou caleidoscópica: fascinam-me as minhas mutações faiscantes que aqui caleidoscopicamente registro.
Por Clarice LispectorGoiás Só te vejo, Goiás, quando me afasto e, nas pontas dos pés, meio de banda, jogo o perfil do tempo sobre o rasto desse quarto-minguante na varanda. De perto, não te vejo nem sou visto. O amor tem destes casos de cegueira: quanto mais perto mais se torna misto, ouro e pó de caruncho na madeira. De perto, as coisas vivem pelo ofício do cotidiano — existem de passagem, são formas de rotina, desperdício, cintilações por fora da linguagem. De longe, não, nem tudo está perdido. Há contornos e sombras pelo teto. E cada coisa encontra o seu sentido na colcha de retalhos do alfabeto. E, quanto mais te busco e mais me esforço, de longe é que te vejo, em filigrana, no clichê de algum livro ou no remorso de uma extinta pureza drummondiana. Só te vejo, Goiás, quando carrego as tintas no teu mapa e, como um Jó, um tanto encabulado e meio cego, vou-te jogando em verso, em nome, em GO.
Por Gilberto Mendonça Teles