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Salmos, SL, 109:22, Porque sou pobre e necessitado e, dentro de mim, sinto ferido o coração.
Por Salmos, Antigo TestamentoA minha alegria acordava a dele, e o céu estava tão azul, e o ar tão claro, que a natureza parecia rir também conosco. São assim as boas horas deste mundo.
Por Dom CasmurroSofonias, SF, 1:6, Farei desaparecer também os que deixam de seguir o Senhor e os que não buscam o Senhor, nem perguntam por ele.`
Por Sofonias, Antigo TestamentoIsaías, IS, 51:12, ´Eu, eu sou aquele que os consola; quem, então, é você, para que tenha medo do homem, que é mortal, ou do filho do homem, que não passa de erva?
Por Isaías, Antigo TestamentoZacarias, ZC, 4:4, Então perguntei ao anjo que falava comigo: - Meu senhor, o que é isto?
Por Zacarias, Antigo Testamento60 anos 60 segundos, 60 dias, 60 anos... estórias, Histórias... O tempo fazendo a vida, a vida glórias... e as glórias planos... conquistas e danos... e assim vão as memórias. É ser agradecido, podido, forte, destemido. É ser rima, é ser verso, é ter Deus no universo. Um novo itinerário... mais um aniversário. É dia de comemoração. Cada minuto, caminheiro, missionário... Paz e Bem e amor no coração. ... a vida desfiando o seu rosário. © Luciano Spagnol poeta do cerrado 27 de fevereiro de 2018 cerrado goiano
Por Luciano Spagnol (poeta do cerrado)A mulher e a galinha são dois bichos interesseiros: a galinha, pelo milho; a mulher, pelo dinheiro”. [Dito popular aproveitado por Ismael Silva no seu samba "Pé de Anjo"]
Por Adágio popularA Alma dos Vinte Anos A alma dos meus vinte anos noutro dia Senti volver-me ao peito, e pondo fora A outra, a enferma, que lá dentro mora, Ria em meus lábios, em meus olhos ria. Achava-me ao teu lado então, Luzia, E da idade que tens na mesma aurora; A tudo o que já fui, tornava agora, Tudo o que ora não sou, me renascia. Ressenti da paixão primeira e ardente A febre, ressurgiu-me o amor antigo Com os seus desvarios e com os seus enganos... Mas ah! quando te foste, novamente A alma de hoje tornou a ser comigo, E foi contigo a alma dos meus vinte anos.
Por Alberto de Oliveira