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⁠– Será que a gente devia ter feito mais? – Eu acho que seria bom aceitar que talvez devêssemos ter feito mais.

Por Adolescência (série)

Julinho: Olha lá, não pode abrir a porta com a mão? Tudo ela tem que também ostentar o poder? Renan: É que é igual a aprender outra língua. Se você não ficar usando, você esquece. (sobre a Eleven, de Stranger Things)

Por Choque de Cultura

Números, NM, 2:22, Depois, a tribo de Benjamim; e Abidã, filho de Gideoni, será chefe dos filhos de Benjamim.

Por Números, Antigo Testamento

Querida Aurora, você roubou o que restou do meu coração e agora eu também te perdi.

Por Filme Malévola

cada percepção é uma criação, cada lembrança é uma recriação — toda recordação é relacionante, generalizante,recategorizante. Sob essa perspectiva não pode haver nenhuma lembrança fixa, nenhuma visão "pura" do passado, não contaminada pelo presente. Para Edelman, assim como para Bartlett, há sempre processos dinâmicos em ação, e lembrar é sempre reconstrução, não reprodução.

Por Oliver Sacks

Foi da loucura que surgiu o terapeuta.

Por Froid

Nós somos quem escolhemos ser... Por isso, escolha!

Por Homem-Aranha

Erros são normais e humanos. Diminua-os, aceite-os, corrija-os e esqueça-os.

Por Carlos Slim

Procure descobrir o seu caminho na vida. Ninguém é responsável por nosso destino, a não ser nós mesmos.

Por Carlos Torres Pastorino

POEMA EM LINHA RETA Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo, Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho, Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo, Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas, Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante, Que tenho sofrido enxovalhos e calado, Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda; Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel, Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes, Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar, Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado Para fora da possibilidade do soco; Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas, Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo. Toda a gente que eu conheço e que fala comigo Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho, Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida... Quem me dera ouvir de alguém a voz humana Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia; Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia! Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam. Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil? Ó príncipes, meus irmãos, Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo? Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra? Poderão as mulheres não os terem amado, Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca! E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído, Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear? Eu, que venho sido vil, literalmente vil, Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

Por Fernando Pessoa