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Hoje acordei inteira. Migalhas? Pedaços? Não, obrigada. Não gosto de nada que seja metade. Não gosto de meio-termo. Gosto dos extremos. Gosto do frio. Gosto do quente (depende do momento.) Gosto dos dedinhos dos pés congelados ou do calor que me faz suar o cabelo. Não gosto do morno. Não gosto de temperatura-ambiente. Na verdade eu quero tudo. Ou quero nada. Por favor, nada de pouco quando o mundo é meu. Não sei sentir em doses homeopáticas. Sempre fui daquelas que falam "eu te amo" primeiro. Sempre fui daquelas que vão embora sem olhar pra trás. Sempre dei a cara à tapa. Sempre preferi o certo ao duvidoso. Quero que se alguém estiver comigo, que esteja. Mesmo que seja só naquele momento. Mesmo que mude de ideia no dia seguinte.

Por Fernanda Mello

É parte da cura o desejo de ser curado.

Por Sêneca

A cura da sua casa entra por você.

Por Helena Tannure

Levítico, LV, 20:25, - Portanto, façam distinção entre os animais puros e os impuros e entre as aves impuras e as puras; não se façam abomináveis por causa dos animais, ou das aves, ou de tudo o que se arrasta sobre a terra, os quais separei de vocês, para que as considerem impuras.

Por Levítico, Antigo Testamento

Ezequiel, EZ, 37:21, Então diga-lhes: Assim diz o Senhor Deus: ´Eis que eu tirarei os filhos de Israel do meio das nações para onde eles foram, e os congregarei de todos os lugares ao redor, e os levarei para a sua própria terra.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Efésios, EF, 4:14, para que não mais sejamos como crianças, arrastados pelas ondas e levados de um lado para outro por qualquer vento de doutrina, pela artimanha das pessoas, pela astúcia com que induzem ao erro.

Por Efésios, Novo Testamento

Aqui estou entre as paredes e janelas Que não me escutam e nada podem fazer por mim, sem abraço ou uma caricia, nem mesmo um sorriso que me digam que tudo ficará bem. Grito, mas ninguém me ouve, eu estou cansado de lutat. Minha alma está cansada, ela está se afogando. Em um choro que não parece ver o fim. Tenho tantas esperanças frustradas, muitos sonhos enterrados na areia dos meus melhores dias com você e meus piores pesadelo ao seu lado... Eu aprendi a seguir sozinha, com a espada para cima para estar na batalha, e não desistir, mesmo perdendo, como eu sou agora. Não é mais ou fazer aparentemente eu te dei meu coração e você o jogou fora. Hoje eu não fui salva de tanta malícia e falsidade, é um dia perdido esperando encontrá-lo ainda vivo

Por Dulce María

⁠Oportunidades perdidas são arrependimentos futuros.

Por Ton Henri

Ressurgir das Cinzas Sou forte, sou guerreira, tenho nas veias sangue de ancestrais. Levo a vida num ritmo de poema-canção, mesmo que haja versos assimétricos, mesmo que rabisquem, às vezes, a poesia do meu ser, mesmo assim, tenho este mantra em meu coração: “Nunca me verás caído ao chão”. Sou destemida, herança de ancestrais, não haja linha invisível entre nós meus passos e espaços estão contidos num infinito túnel, mesmo tendo na lembrança jovens e parentes que, diante da batalha deixaram a talha da vida se quebrar, mesmo tendo saudade cultivada no portão. Mesmo assim, tenho este mantra em meu coração: “Nunca me verás caída ao chão”. Sou guerreira como Luiza Mahin, Sou inteligente como Lélia Gonzáles, Sou entusiasta como Carolina de Jesus, Sou contemporânea como Firmina dos Reis Sou herança de tantas outras ancestrais. E, com isso, despertem ciúmes daqui e de lá, mesmo com seus falsos poderes tentem me aniquilar, mesmo que aos pés de Ogum coloquem espada da injustiça mesmo assim tenho este mantra em meu coração: “Nunca me verás caída ao chão”. Sou da labuta, sou de luta, herança dos ancestrais, trabalhar, trabalhar, trabalhar, mesmo que nos novos tempos irmãos seduzidos pelo sucesso vil me traiam, nos traiam como judas sob a mesa, meu ganha-pão. Mesmo que esses irmãos finjam que não nos veem, estarei ali ou onde estiver, estarei de corpo ereto, inteira, pronunciando versos e eles versando sobre o poder, mesmo assim tenho esse mantra em meu coração: “Nunca me verás caída ao chão”. Me abraço todos os dias, me beijo, me faço carinho, digo que me amo, enfim, sou vaidosa espiritual, mesmo com mágoas sedimentadas no peito, mesmo que riam da minha cara ou tirem sarro do meu jeito, mesmo assim tenho esse mantra em meu coração: “Nunca me verás caída ao chão”. Me fortaleço com os ancestrais, me fortaleço nos braços dos Erês. podem pensar que me verão caída ao chão, saibam que me levantarei não há poeiras para quem cultua seus ancestrais, mesmo estando num beco sem saída, levada por um mar de águas, mesmo que minha vida vire uma maré, vire tempestade, sei que vai passar. Porque são meus ancestrais que se reúnem num ritual secreto para me levantar. Eu darei a volta por cima e estarei em pé, coluna ereta, cheia de esperança, cheia de poesia e com muito axé por isso, desista, tenho este mantra em meu coração: “Nunca me verás caída ao chão.”

Por Esmeralda Ribeiro

Nada acontece duas vezes da mesma maneira.

Por Aslam