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- Eu sou apenas uma garota comum, as vezes sou preguiçosa, eu fico com tédio, eu sinto medo, me sinto ignorada, eu me sinto feliz, eu me finjo de boba, eu brinco com minhas próprias palavras, eu tenho desejos, eu tenho sonhos. E eu ainda quero acreditar. Qualquer coisa pode acontecer neste mundo para uma garota comum.
Por Vanessa PimentelO espetáculo da injustiça acabrunha-me, mas isso deve-se provavelmente ao fato de ela despertar em mim a consciência dos atos de injustiça de que sou capaz.
Por Georges BernanosHá apenas uma forma de saborear uma final: vencer. Ninguém se lembra dos perdedores.
Por Alex FergusonEu escalaria todas as montanhas E nadaria todos os oceanos Só para estar com você E consertar o que quebrei Pois preciso que você veja Que você é o motivo
Por Calum ScottÉ o jeito do mundo, cara. Existem as abelhas operárias e as gestoras. As abelhas operárias cuidam do trabalho, as abelhas gestoras cuidam de si mesmas.
Por John SandfordEu não conheço a loucura sequer de longe, mas desde criança sempre tive a suspeita de que havia algo fundamentalmente torcido, algo muito extraordinário logo abaixo da pele das coisas.
Por Benjamín LabatutLevítico, LV, 21:4, Ele, sendo homem principal entre o seu povo, não se contaminará, pois ele se profanaria.
Por Levítico, Antigo TestamentoJOSÉ E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? Você que é sem nome, que zomba dos outros, Você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José? Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José? E agora, José? Sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum, sua biblioteca, sua lavra de ouro, seu terno de vidro, sua incoerência, seu ódio, - e agora? Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta; quer morrer no mar, mas o mar secou; quer ir para Minas, Minas não há mais! José, e agora? Se você gritasse, se você gemesse, se você tocasse, a valsa vienense, se você dormisse, se você cansasse, se você morresse... Mas você não morre, você é duro, José! Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja do galope, você marcha, José! José, para onde?
Por Carlos Drummond de AndradeVocê não pode decidir quem vai viver e quem vai morrer. Deixamos isso a cargo do destino.
Por Adão Negro (filme)