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Meu corpo é um casco vazio. Com um coração pendurado em um pêndulo. De cada lado uma adaga com a ponta bem rente. E pra qualquer lado que eu me mova dói. (…) Meus olhos vivem pra dentro. Contemplando um universo escuro, infinito e silencioso. Para todas as direções horizontes que nunca chegam. E pra onde quer que olhe não acho meu caminho. (…) Minha alma tem gosto de mofo. Seca a língua, raspa a garganta, perturba o sono. Se debate feito louca por todo meu corpo. E sempre tenta fugir de mim. (…) Solidão é assim, a gente tenta dividir mas nunca consegue. Janeiro 2010 – “O Diabo Sempre Vem Pra Mais Um Drink”

Por Nenê Altro

⁠Acho que eu só cansei de fingir que as coisas estão perfeitas quando não estão. Parece que todos esperam que eu seja de certa forma. Mas e se eu parasse?

Por Gatunas (Trinkets)

Uma corrente de ouro só serve para prender seu portão de ouro da sua casa de ouro.

Por Julius Rock

Se chama "milagre" porque não acontece.

Por Kanon

Sem a visão de um objetivo, um homem não pode gerir a sua própria vida, e muito menos a vida dos outros.

Por Genghis Khan

Transformar-se ou morrer é um dilema iniludível

Por Henrique Jose de Souza

A capacidade humana é inimaginável, ao ponto de um ser merecer o desprezo de outro ser, um dos piores sentimentos que a raça racional sente. Que nesta belíssima festa da Sagrada Família Deus possa renovar nossos familiares, sejamos felizes e que em cada lar não exista uma anaconda para te devorar mesmo sendo da mesma escala filogenética.

Por Geraldo Neto

⁠Eu o amava o suficiente. Só que amava mais a minha liberdade.

Por A Vida Secreta das Abelhas

Atos, AT, 4:30, enquanto estendes a tua mão para fazer curas, sinais e prodígios por meio do nome do teu santo Servo Jesus.

Por Atos, Novo Testamento

quase soneto cheio de si ó minha amada, canto em teu louvor como se fora nato noutras terras mais adestradas nos bailes do amor, em Franças, Alemanhas, Inglaterras; canto-te assim com tal engenho e arte que até Camões invejaria o fogo com que me ardo, outrora degredado entre mil musas lusas e andaluzas, e agora regressado aos seus brasis, ó minha ave, minha aventura e sobretudo minha pátria amada pra sempre idolatrada, salve, salve: o resto é mar, silêncio ou literatura

Por Geraldo Carneiro