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O desamparo inicial dos seres humanos é a fonte primordial de todos os motivos morais.
Por Sigmund FreudA prosperidade não está isenta de muitos temores e desprazeres, e a adversidade não está desprovida de conforto e esperança.
Por Francis Bacon... diz a filosofia do espírito que o mais penoso dos pecados esteja, não em questões e fatos em que, vezes acuados pelas circunstâncias deixamos de cumprir - mas, por força de questões e fatos em que mais cuidadosos, sensatos, certamente, teríamos evitado!
Por José Mauro de ToledoNúmeros, NM, 1:34, Dos filhos de Manassés, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
Por Números, Antigo TestamentoO homem, a guerra, o desastre e o infortúnio “Que estranho bicho o homem. O que ele mais deseja no convívio inter-humano não é afinal a paz, a concórdia, o sossego coletivo. O que ele deseja realmente é a guerra, o risco ao menos disso, e no fundo o desastre, o infortúnio. Ele não foi feito para a conquista de seja o que for, mas só para o conquistar seja o que for. Poucos homens afirmaram que a guerra é um bem (Hegel, por exemplo), mas é isso que no fundo desejam. A guerra é o perigo, o desafio ao destino, a possibilidade de triunfo, mas sobretudo a inquietação em ação. Da paz se diz que é podre, porque é o estarmos recaídos sobre nós, a inatividade, a derrota que sobrevém não apenas ao que ficou derrotado, mas ainda ou sobretudo ao que venceu. O que ficou derrotado é o mais feliz pela necessidade iniludível de tentar de novo a sorte. Mas o que venceu não tem paz senão por algum tempo no seu coração alvoroçado. A guerra é o estado natural do bicho humano, ele não pode suportar a felicidade a que aspirou. Como o grupo de futebol, qualquer vitória alcançada é o estímulo insuportável para vencer outra vez. Imaginar o mundo pacificado em aceitação e contentamento consigo é apenas o mito que justifique a continuação da guerra. A paz é insuportável como a pasmaceira. Nas situações mais vulgares, nós vemos a imperiosa necessidade de desafiar, irritar, provocar, agredir, sem razão nenhuma que não seja a de agitar a quietude, destruir a estagnação, fazer surgir o risco, a aventura. É o que leva o jogador a jogar, mesmo que não necessite de ganhar, pelo puro prazer de saborear o poder perder para a hipótese de não perder e ganhar. A excelência de nós próprios só se entende se se afirmar sobre o que o não é. Numa sociedade de ricaços ninguém era feliz. Seria então necessário que por qualquer coisa houvesse alguns felizes sobre a infelicidade dos outros. O homem é o lobo do homem para que este possa ser o cordeiro daquele. Nenhuma luta se destina a criar a justiça, mas apenas a instaurar a injustiça. O homem é um ser sem remédio. Todo o remédio que ele quiser inventar é só para sobrepor a razão ao irracional que de fato é. Toda a história das guerras é uma parada de comédia para iludir a sua invencível condição de tragédia. A verdade dele é o crime. E tudo o mais é um pretexto para o disfarçar. A fábula do lobo e do cordeiro já disse tudo. A superioridade do homem sobre o lobo é que ele tem mais imaginação para inventar razões. A superioridade do homem sobre o lobo é que ele tem mais hábitos de educação. E a razão é uma forma de sermos educados.” Vergílio Ferreira, in Conta-Corrente IV
Por Vergílio FerreiraPresente de Luz Pertenço à luz, sou da luz Luz que clareia meus caminhos, Luz que me envolve e protege. Luz que toca minha alma Luz que fortalece e acalma. Luz do sol, que aquece e com sua luz cor de ouro tudo enobrece. Luz da lua, prata que cai do céu, pura magia que encanta e inebria. Luz das estrelas, pequenos pontos brilhantes que tornam as noites fascinantes. Luz de um sorriso sincero, que ilumina um rosto austero poderoso portador de simpatia trazendo consigo paz e harmonia. Luz vinda de um gesto de carinho que chegam de mansinho merecendo, pelo encanto que produz ser chamado de Presente de Luz.
Por Célia Cristina Prado