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Amós, AM, 9:5, Porque o Senhor, o Senhor dos Exércitos, é o que toca na terra, e ela se derrete, e todos os seus moradores estarão de luto. Toda a terra subirá como o Nilo e abaixará como o rio do Egito.

Por Amós, Antigo Testamento

As associações que se criam para o repouso não podem jamais ser progresso ou movimento.

Por Jean Retz

A fé é um milhão de esperanças, juntamente com um coração cheio de amor.

Por Erick Pereira

Fomos nos habituando, de tal modo que passamos a pactuar com a tragédia, aceitando-a como cotidiano. Me espanta essa capacidade de acomodação da mentalidade, sua adaptação ao horror. Acredito que a gente possua um componente de perversidade que nos leva a encarar como normal esse pavor, a desejá-lo, às vezes, desde que não nos toque.

Por Ignácio de Loyola Brandão

Um poema épico é uma coisa de que nos sentimos orgulhosos, mas que não lemos.

Por Alphonse Karr

Qualquer felicidade, não importa o quão breve, parecia melhor do que a tortura, muito latente, de acordar dia após dia sabendo que nunca poderia tê-lo.

Por Becca Fitzpatrick

A ironia raramente está ausente, mesmo no maior dos horrores.

Por H.P. Lovecraft

Hoje foi tudo bem, só um pouco cansativo Dia duro no trabalho que acabou comigo Tô aqui com os pés pra cima pronto pra dormir A saudade de você é visita frequente Que nem a sua tia chata que irritava a gente Ah, saudade da gente

Por Gustavo Mioto

Marcos, MC, 8:26, E Jesus o mandou para casa, recomendando-lhe: <J> - Não entre na aldeia.</J>

Por Marcos, Novo Testamento

CONSOLO NA PRAIA Vamos, não chores... A infância está perdida. A mocidade está perdida. Mas a vida não se perdeu. O primeiro amor passou. O segundo amor passou. O terceiro amor passou. Mas o coração continua. Perdeste o melhor amigo. Não tentaste qualquer viagem. Não possuis casa, navio, terra. Mas tens um cão. Algumas palavras duras, em voz mansa, te golpearam. Nunca, nunca cicatrizam. Mas, e o humour? A injustiça não se resolve. À sombra do mundo errado murmuraste um protesto tímido. Mas virão outros. Tudo somado, devias precipitar-te, de vez, nas águas. Estás nu na areia, no vento... Dorme, meu filho.

Por Carlos Drummond de Andrade