Veja outros textos inspiradores!
Não deixe que te digam que o lugar dos sonhos é no papel. O lugar dos sonhos é na realidade
Por Mariana Mello MachadoLucas, LC, 13:35, <J>Eis que a casa de vocês ficará deserta.</J> <J>E eu afirmo a vocês que não me verão mais, até que venham a dizer: ´Bendito o que vem em nome do Senhor!`</J>
Por Lucas, Novo TestamentoTerra, minha terra pecadora, Matéria - prima da criação, Do criador foi idealizadora, Do ser humano tornou-se respiração.
Por Geraldo NetoLembre-se de que não pode salvar ninguém - as pessoas só podem salvar a si mesmas. O melhor que você pode fazer é ajudar, quando elas estiverem prontas.
Por Beth O'LearyPoemeto Erótico Teu corpo claro e perfeito, – Teu corpo de maravilha, Quero possuí-lo no leito Estreito da redondilha... Teu corpo é tudo o que cheira... Rosa... flor de laranjeira... Teu corpo, branco e macio, É como um véu de noivado... Teu corpo é pomo doirado... Rosal queimado do estio, Desfalecido em perfume... Teu corpo é a brasa do lume... Teu corpo é chama e flameja Como à tarde os horizontes... É puro como nas fontes A água clara que serpeja, Quem em antigas se derrama... Volúpia da água e da chama... A todo o momento o vejo... Teu corpo... a única ilha No oceano do meu desejo... Teu corpo é tudo o que brilha, Teu corpo é tudo o que cheira... Rosa, flor de laranjeira...
Por Manuel BandeiraSER E NÃO SER Se te procuro, fujo de avistar-te E se te quero, evito mais querer-te, Desejo quase... quase aborrecer-te, E se te fujo, estás em toda parte. Distante, corro logo a procurar-te E perco a voz e fico mudo ao ver-te, Se me lembro de ti, tento esquecer-te, E se te esqueço, cuido mais amar-te. O pensamento assim partido ao meio E o coração assim também partido, Chamo-te e fujo, quero-te e receio! Morto por ti, eu vivo dividido, Entre o meu e o teu ser sinto-me alheio, E sem saber de mim, vivo perdido!
Por José BonifácioO dinheiro é uma felicidade humana abstracta; por isso aquele que já não é capaz de apreciar a verdadeira felicidade humana, dedica-se completamente a ele.
Por Arthur Schopenhauer