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A rotina não nos leva a lugar algum que não seja aquele que já conhecemos. Por isso é muito importante que busquemos novos conhecimentos, novas atividades, novas formas de enxergar a vida. São as surpresas e os percalços que encontramos pelo caminho que nos ensinam e nos fazem evoluir.
Por Barbosa FilhoJoão, JO, 19:17, Jesus, carregando ele mesmo a sua cruz, saiu para o lugar chamado Calvário, Gólgota em hebraico.
Por João, Novo TestamentoAtos, AT, 14:19, Entretanto, chegaram judeus de Antioquia e Icônio e, instigando as multidões, apedrejaram Paulo e o arrastaram para fora da cidade, dando-o por morto.
Por Atos, Novo TestamentoEster, ET, 9:15, Os judeus de Susã se reuniram também no dia catorze do mês de adar, e mataram trezentos homens em Susã; porém no despojo não tocaram.
Por Ester, Antigo TestamentoMinha vida tocará dezenas de outras. antes que este dia se finde. Deixe inúmeras boa ou más marcas, e o sol sempre se põe.
Por John C. MaxwellProvérbios, PV, 21:8, O caminho do culpado é tortuoso, mas, quanto ao inocente, a sua conduta é reta.
Por Provérbios, Antigo TestamentoEfésios, EF, 6:4, E vocês, pais, não provoquem os seus filhos à ira, mas tratem de criá-los na disciplina e na admoestação do Senhor.
Por Efésios, Novo TestamentoI Reis, 1RS, 18:3, Acabe chamou Obadias, o responsável pelo palácio. Este Obadias era um homem que temia muito o Senhor.
Por I Reis, Antigo TestamentoCanção do Tamoio I Não chores, meu filho; Não chores, que a vida É luta renhida: Viver é lutar. A vida é combate, Que os fracos abate, Que os fortes, os bravos Só pode exaltar. II Um dia vivemos! E o homem que é forte Não teme da morte; Só teme fugir; No arco que entesa Tem certa uma presa, Quer seja tapuia, Condor ou tapir. III O forte, o cobarde Seus feitos inveja De o ver na peleja Garboso e feroz; E os tímidos velhos Nos graves concelhos, Curvadas as frontes, Escutam-lhe a voz! IV Domina, se vive; Se morre, descansa Dos seus na lembrança, Na voz do porvir. Não cures da vida! Sê bravo, sê forte! Não fujas da morte, Que a morte há de vir! V E pois que és meu filho, Meus brios reveste; Tamoio nasceste, Valente serás. Sê duro guerreiro, Robusto, fragueiro, Brasão dos tamoios Na guerra e na paz. VI Teu grito de guerra Retumbe aos ouvidos D'imigos transidos Por vil comoção; E tremam d'ouvi-lo Pior que o sibilo Das setas ligeiras, Pior que o trovão. VII E a mãe nessas tabas, Querendo calados Os filhos criados Na lei do terror; Teu nome lhes diga, Que a gente inimiga Talvez não escute Sem pranto, sem dor! VIII Porém se a fortuna, Traindo teus passos, Te arroja nos laços Do inimigo falaz! Na última hora Teus feitos memora, Tranqüilo nos gestos, Impávido, audaz. IX E cai como o tronco Do raio tocado, Partido, rojado Por larga extensão; Assim morre o forte! No passo da morte Triunfa, conquista Mais alto brasão. X As armas ensaia, Penetra na vida: Pesada ou querida, Viver é lutar. Se o duro combate Os fracos abate, Aos fortes, aos bravos, Só pode exaltar.
Por Gonçalves Dias