Veja outros textos inspiradores!

Todas as pessoas fascinantes têm algo a esconder: geralmente a sua total dependência da apreciação dos outros.

Por Cyril Connolly

I Tessalonicenses, 1TS, 5:21, Examinem todas as coisas, retenham o que é bom.

Por I Tessalonicenses, Novo Testamento

Um erro é tanto mais perigoso quanto mais verdade contém.

Por Henri Amiel

Habacuque, HC, 1:16, Por isso, ele oferece sacrifício à sua rede e queima incenso à sua rede de arrastão, pois é por meio delas que aumentou as suas riquezas e tem abundância de comida.

Por Habacuque, Antigo Testamento

⁠O medo de errar é tão perigoso quanto a pressão por acertar na primeira tentativa. Ambos podem levar você a não ver as coisas como elas são.

Por Caito Maia

É uma causa nobre Há solidão pra todo lado Em cada gesto civilizado É se perder do outro Quando esse alguém de você foge É achar a si próprio Voar entre os bandos Sobre os muros dos becos sem saída É uma ação primitiva É voltar pra barriga A solidão se desmanchou em chuva Ensopou as ruas do meu coração

Por Josyara

Jó, JÓ, 37:8, Os animais entram nos seus esconderijos e ficam nas suas cavernas.

Por Jó, Antigo Testamento

Mulher dos outros Antônio Maria Dia claro. Primeiras horas do dia claro. Havíamos bebido e procurávamos um café aberto, para uma média, com pão-canoa. Quase todos estavam fechados ou não tinham ainda leite ou pão. Fomos parar em Ipanema, num cafezinho, cujo dono era um português e nos conhecia de nome de notícia. Propôs-nos, em vez de café, um vinho maduro, que recebera de sua terra, "uma terrinha (como disse) ao pé de Braga". Não se recusa um vinho maduro, sejam quais forem as circunstâncias. Aceitamo-lo. Nossa grata homenagem a José Manuel Pereira, que nos deu seu vinho. Nesse café, além de nós, havia um casal, aos beijos. As garrafas vazias (de cerveja) eram quatro sobre a mesa e seis sob. Beijavam-se, bebiam sua cervejinha e voltavam a beijar-se. Não olhavam para nós e pouco estavam ligando para o resto do mundo. Em dado momento, entraram dois rapazes e pediram aguardente no balcão. Ambos disseram palavrões, em voz alta. O casal dos beijos e da cerveja parou com as duas coisas. Outros palavrões e o cabeça do casal protestou: — Pára com isso, que tem senhora aqui! Um dos rapazes dos palavrões: — Não chateia! — Não chateia o quê? Pára com isso agora! Um dos rapazes do palavrão: — E essa mulher é tua mulher? — Não é, mas é mulher de um amigo meu! A briga não foi adiante. Todos rimos. O dono da casa, os rapazes dos palavrões, o casal. Está provado que: quem sai aos beijos com mulher de amigo não tem direito a reclamar coisa alguma.

Por Antonio Maria

Ele desejava-a tal como ela era e não como ela gostaria de ter sido.

Por Edith Wharton

Não tente me convencer de que não estou sofrendo.

Por Alan Pauls