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Não existe nada tão caro quanto a ignorância.

Por Horace Mann

⁠Já que vai negar minhas orações tenha a bondade de não condenar meus pecados.

Por Glau Kemp

O sucesso resulta de cem pequenas coisas feitas de forma um pouco melhor. O insucesso, de cem pequenas coisas feitas de forma um pouco pior.

Por Henry Kissinger

⁠Parecia-me, com muita simplicidade e nitidez, que era preciso viver a fim de ser feliz, e aparecia-me muita felicidade no futuro.

Por Felicidade Conjugal (livro)

Eu sou solteira porque nasci assim.

Por Mae West

Entreguei a você minhas palavras e lhe pedi para levá-las longe, para serem conhecidas pelos brancos, que não sabem nada sobre nós.

Por Davi Kopenawa

Levítico, LV, 19:24, Porém, no quarto ano, todo fruto dessas árvores será santo, será oferta de louvores ao Senhor.

Por Levítico, Antigo Testamento

Opinião pública é o que as pessoas acreditam que as outras pessoas pensam.

Por Alfred Austim

Isaías, IS, 25:7, Neste monte ele acabará com o pano que cobre todos os povos e com o véu que está posto sobre todas as nações.

Por Isaías, Antigo Testamento

Hino ao crítico Da paixão de um cocheiro e de uma lavadeira Tagarela, nasceu um rebento raquítico. Filho não é bagulho, não se atira na lixeira. A mãe chorou e o batizou: crítico. O pai, recordando sua progenitura, Vivia a contestar os maternais direitos. Com tais boas maneiras e tal compostura Defendia o menino do pendor à sarjeta. Assim como o vigia cantava a cozinheira, A mãe cantava, a lavar calça e calção. Dela o garoto herdou o cheiro de sujeira E a arte de penetrar fácil e sem sabão. Quando cresceu, do tamanho de um bastão, Sardas na cara como um prato de cogumelos, Lançaram-no, com um leve golpe de joelho, À rua, para tornar-se um cidadão. Será preciso muito para ele sair da fralda? Um pedaço de pano, calças e um embornal. Com o nariz grácil como um vintém por lauda Ele cheirou o céu afável do jornal. E em certa propriedade um certo magnata Ouviu uma batida suavíssima na aldrava, E logo o crítico, da teta das palavras Ordenhou as calças, o pão e uma gravata. Já vestido e calçado, é fácil fazer pouco Dos jogos rebuscados dos jovens que pesquisam, E pensar: quanto a estes, ao menos, é preciso Mordiscar-lhes de leve os tornozelos loucos. Mas se se infiltra na rede jornalística Algo sobre a grandeza de Puchkin ou Dante, Parece que apodrece ante a nossa vista Um enorme lacaio, balofo e bajulante. Quando, por fim, no jubileu do centenário, Acordares em meio ao fumo funerário, Verás brilhar na cigarreira-souvenir o Seu nome em caixa alta, mais alvo do que um lírio. Escritores, há muitos. Juntem um milhar. E ergamos em Nice um asilo para os críticos. Vocês pensam que é mole viver a enxaguar A nossa roupa branca nos artigos?

Por Vladimir Maiakóvski