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Concentre-se no processo (a maneira como você gasta seu tempo) em vez do produto (o que você deseja realizar).
Por Barbara OakleyÉ por isso que vivemos sós: Porque ninguém pode viver em nosso lugar. O isolamento numa vida humana, é a exceção. A solidão é a regra. Ninguém pode viver em nosso lugar, nem sofrer ou amar em nosso lugar. É o que chamo de Solidão: Nada mais é do que outro nome para o esforço de existir.
Por André Comte-SponvilleJoão, JO, 19:18, Ali o crucificaram e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio.
Por João, Novo TestamentoAtirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado. Morri? Não. Ressuscitei.
Por Mario QuintanaGênesis, GN, 1:27, Assim Deus criou o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
Por Gênesis, Antigo TestamentoI Samuel, 1SM, 25:35, Então Davi recebeu da mão de Abigail o que esta lhe havia trazido e lhe disse: - Volte em paz para a sua casa. Como você pode ver, dei ouvidos ao que você me falou e atendi o seu pedido.
Por I Samuel, Antigo TestamentoMateus, MT, 2:4, Então Herodes convocou todos os principais sacerdotes e escribas do povo e lhes perguntou onde o Cristo deveria nascer.
Por Mateus, Novo TestamentoEra uma vez... numa terra muito distante... uma princesa linda, independente e cheia de autoestima. Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico... Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo. A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre... Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma: - Eu, hein? Nem morta!
Por Luis Fernando Verissimo