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Salmos, SL, 57:6, Armaram uma rede aos meus passos, a minha alma está abatida. Abriram uma cova diante de mim, mas eles mesmos caíram nela.
Por Salmos, Antigo TestamentoHoje você vai contar tua história pra tua filha. É só você ser verdadeira. Fala a sua verdade e pronto.
Por Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um CrimeII Reis, 2RS, 13:5, O Senhor deu um salvador a Israel, de modo que os filhos de Israel se livraram do poder dos sírios e puderam morar, de novo, em suas casas, como antes.
Por II Reis, Antigo TestamentoO mundo? Aquele quintal pulando cercas e ruas até mergulhar raízes no raso rio vizinho.
Por Astrid CabralJoel, JL, 3:5, Visto que vocês levaram a minha prata e o meu ouro, e puseram as minhas joias preciosas nos seus templos,
Por Joel, Antigo TestamentoQuando o indivíduo tem compromisso com sua essência, a vida não se torna um fardo pesado de carregar.
Por Roberto ShinyashikiLucas, LC, 22:16, <J>Pois eu lhes digo que nunca mais a comerei, até que ela se cumpra no Reino de Deus.</J>
Por Lucas, Novo TestamentoEle era tão feio... Mas tão feio... Que era um assinte... Em concurso de feiúra... Ganhava de prato cheio... De olhos esbugalhados... Sampaco... Narigudo...adunco...orelhudo... Seu gogó imenso... Muito pronunciado... Parecia um marreco engasgado... Rosto chupado.. Sem carne... só osso... Labios finos... Distorcidos.... Muito magro e bem alto... Braços alongados... Pernas muito finas... Um espantalho... De chinelos notei seus pés... Pisando torto, desengonçado... Tinha unha encravada... Um joanete ao lado... O joelho enrugado... Igual cara de velho... Coxa dura e seca... Um boneco... Muito mal vestido... Debaixo da chuva impiedosa... Em nada se importava... Com a rua caudalosa... Mas tinha um traço peculiar... Que a tudo isso escondia... Um brilho no olhar... Em sorriso lindo que abria... Então tudo transformava... Um encantamento surgia... Atrás da feiúra aparente... Beleza verdadeira escondia... Tudo que era fora de proporção... Fazia sentido... Se o sorriso era lindo... Era nato e magnífico... Naquele vulto distorcido... A feiúra se transformar... De um sapo errante... Príncipe virar... E com tal afinco sorria... Que ao seu redor tudo mudava... De tarde chuvosa... Linda noite prometia... Descobri assim... Que na rua não devo mais sair... Toda vez que isso faço... Para comer pastel ou outro salgado... Perto da maria-fumaça... Sempre tem um babado... Sandro Paschoal Nogueira
Por Sandro Paschoal Nogueira