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Não desejamos a morte a alguém a fim de vê-lo sofrer, e sim para testemunhar seu desaparecimento. A presença de alguns é pesada e amarga.
Por Dima WannusDizem os chineses: Se precisar disparar a flecha da verdade, primeiro molhe a sua ponta no mel.
Por Paulo CoelhoMinha escrita não foi uma tentativa de produzir algo chamado “literatura”, mas uma tentativa de descobrir significado.
Por Gerald MurnaneQueixo-me às rosas, mas que bobagem As rosas não falam Simplesmente as rosas exalam O perfume que roubam de ti, ai
Por CartolaMinhas verdades mudam com o tempo, meus valores não. O que alguém acha de mim não vai determinar quem eu sou. Mesmo assim, não vou discordar quando alguém achar que eu não valho a pena. Eu valho. Eu valho a pena se tentarem me amar ao invés de se apaixonarem por mim.
Por Brena BrazÉ um tanto perigoso confundir falar sem pensar com falar a verdade.
Por Glass Onion: Um Mistério Knives OutE se a saudade fosse bem-vinda será que entraria sem bater? De qualquer forma eu mentira se eu dissesse que não vai doer e que logo vai passar. É porque o tempo da dor é o passado, é a despedida sem aceno, é o telefone sem recado, é o ainda que não passa. E ainda que não tenha mais nada encontra um espaço só para deixar aquele sorriso guardado. Fazendo do peito um lugar pequeno deixando um coração enorme apertado. Mas vivo e qual o motivo? Só para a tristeza entender que já não tem onde ficar pois já me tirou o chão. Então foi na memória que eu encontrei para morar. Às vezes o que resta é viver de lembrança só para não morrer de saudade. E mesmo que a vida me leve tudo pois eu levo em mim o que eu não esqueço. Eu levo o teu sorriso guardado só para sorrir quando me lembrar de você. E assim toda perda é um recomeço para quem não perde a esperança e mesmo que seja na lembrança encontra uma razão para viver. Eu levo em mim o que não esqueço só para viver sem medo de te perder.
Por Allan Dias Castroo tal total o amor é o tal total que move o mundo a tal totalidade tautológica, o como somos: nossos cromossomos nos quais nunca se pertenceu ao nada: só pertencemos ao tudo total que nos absorve e sorve as nossas águas e as nossas mágoas ficam revoando como se revoltadas ao princípio, àquele principício originário onde era Orfeu, onde era Prometeu, e continua sendo sempre lá o cais, o never more, o nunca mais, o tal do és pó e ao pó retornarás.
Por Geraldo Carneiro