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II - O Meu Olhar O meu olhar é nítido como um girassol. Tenho o costume de andar pelas estradas Olhando para a direita e para a esquerda, E de, vez em quando olhando para trás... E o que vejo a cada momento É aquilo que nunca antes eu tinha visto, E eu sei dar por isso muito bem... Sei ter o pasmo essencial Que tem uma criança se, ao nascer, Reparasse que nascera deveras... Sinto-me nascido a cada momento Para a eterna novidade do Mundo... Creio no mundo como num malmequer, Porque o vejo. Mas não penso nele Porque pensar é não compreender ... O Mundo não se fez para pensarmos nele (Pensar é estar doente dos olhos) Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo... Eu não tenho filosofia: tenho sentidos... Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é, Mas porque a amo, e amo-a por isso, Porque quem ama nunca sabe o que ama Nem sabe por que ama, nem o que é amar ... Amar é a eterna inocência, E a única inocência não pensar...
Por Alberto CaeiroJó, JÓ, 28:26, quando determinou leis para a chuva e caminho para o relâmpago dos trovões,
Por Jó, Antigo TestamentoII Crônicas, 2CR, 28:2, Andou nos caminhos dos reis de Israel e até fez imagens fundidas aos baalins.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoPareço ter corrido em um grande círculo e me encontrado novamente na linha de partida.
Por Jeanette WintersonJeremias, JR, 40:16, Mas Gedalias, filho de Aicão, disse a Joanã, filho de Careá: - Não faça isso! Porque isso que você está dizendo a respeito de Ismael é falso.
Por Jeremias, Antigo TestamentoVocê continuará assim para sempre, nunca será o que deseja, mas o que acontece.
Por Domenico StarnoneTodos nós sabemos o que é uma ação desonesta, mas o que é a honestidade, isso, ninguém sabe.
Por Anton TchekhovAs longas permanências de Paulo em algumas cidades, notadamente em Éfeso, é explicável pela natureza persuasiva de sua pregação do evangelho. Nos três primeiros meses que lá passou Paulo freqüentou a sinagoga, onde “falava ousadamente, dissertando e persuadindo , com respeito ao reino de Deus”. Depois apartou-se da sinagoga “passando a discorrer diariamente na escola de Tirano” local que possivelmente teria sido um salão de conferência secular, alugado por ele para esse fim. Alguns manuscritos acrescentam que suas palestras iam da hora Quinta a décima, ou seja, das onze da manhã às quatro da tarde. E “durou isto”, Lucas nos informa, “por espaço de dois anos”. Admitindo que Paulo trabalhasse seis dias por semana , as cinco horas diárias em que passava pregando persuasivamente o evangelho totalizando cerca de 3.120 horas. Não é de se surpreender, ainda, que, em conseqüência, Lucas diz: “todos os habitantes da Ásia ouviram a palavra do Senhor”.
Por John Stott