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A forma mais baixa que podemos conceber do universo de homens é aquela a que Heidegger chamou do mundo do "man", mundo em que nos deixamos aglomerar quando renunciamos a ser pessoas lúcidas e responsáveis; mundo da consciência sonolenta, dos instintos anônimos, das relações mundanas, de quotidiano, do conformismo social ou político, da mediocridade moral, da multidão, das massas anônimas, das organizações irresponsáveis. Mundo sem vitalidade e desolado, onde cada pessoa renunciou provisoriamente a sê-lo, para se transformar num qualquer, não interessa quem, de qualquer forma. O mundo do não constitui, nem um nós, nem um todo. Não está ligado a esta ou aquela forma social, antes é em todas elas uma maneira de ser. O primeiro ato duma vida pessoal é a tomada de consciência dessa vida anônima e a revolta contra a degradação que representa.

Por Emmanuel Mounier

Levítico, LV, 7:13, Com os bolos trará, por sua oferta, pão levedado, com o sacrifício de sua oferta pacífica por ação de graças.

Por Levítico, Antigo Testamento

Rio Doce / Princesa Isabel (Sem estética) Diante tanta formosura Quase fui atropelado, Abestalhei-me com o Palácio Enquanto atravessava a rua; Tive que voltar pra casa Quando a noite se anunciou, Dei com a mão, driblei camelô, Subi, paguei, fui numa lata No caminho da regressão Passei pelo o cais Santa Rita, Ali, faltava era gente bonita E um tanto de organização; Quase esquecia! Um pouco antes Passou o Forte das Cinco Pontas E uma curva que deixava tonta A cabeça de qualquer pensante; Em um retorno meio horizontal, Eu vi o Capibaribe e o antigo Confesso que um pouco aflito Por me despedir do cartão-postal; Passei pela Cabugá Em um dia de sorte O acelerador ia tão forte, Nem semáforo podia parar; Após deixar o Espaço Ciência Varie o varadouro numa curva, Entrei em Olinda debaixo de chuva, Tinha a mesma alegria e essência Achei que tinha vindo me encantar A chuva escorrendo seu corpo gelado Descendo no embaraço da janela ao lado, Mas por causa dela, não vi a orla passar Entristecido, resolvi me entregar a chuvarada Quando puxei a corda que me fazia zarpar Percebi o que o destino queria me mostrar De uma forma simples e bem clara Que tarde ou cedo, a tempestade se vai Que é só o vidro que fica molhado Cabe acreditar que do outro lado Está a paz, onde só o descaso cai Pensei, segui invertendo Voltei pela a praia a pé, Devagarinho subi a sé, E lá, descansei sereno.

Por Jefferson Moraes

Isaías, IS, 52:9, Gritem de alegria e juntas exultem, ó ruínas de Jerusalém, porque o Senhor consolou o seu povo; ele remiu Jerusalém.

Por Isaías, Antigo Testamento

Nada sei dessa vida Vivo sem saber Nunca soube, nada saberei Sigo sem saber... Vou errando Enquanto tempo me deixar...

Por Kid Abelha

João, JO, 11:15, <J>Por causa de vocês me alegro de que não estivesse lá, para que vocês possam crer. Mas vamos até ele.</J>

Por João, Novo Testamento

Eu sei que sou surda. Mas continuo sendo uma pessoa normal. A meu ver, ser deficiente não é um defeito. As pessoas dizem que eu não posso fazer nada. Eu digo às pessoas que posso fazer o que quiser.

Por Kitty O'Neil

Salmos, SL, 60:8, Moabe, porém, é a minha bacia de lavar; sobre Edom atirarei a minha sandália; sobre a Filístia jubilarei.`

Por Salmos, Antigo Testamento

Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrelas, nova beleza ao mundo e maior amor ao coração dos homens.

Por Fernando Pessoa

Salmos, SL, 72:7, Que em seus dias floresçam os justos, e haja abundância de paz até que cesse de haver lua.

Por Salmos, Antigo Testamento