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Não há maneira mais segura de se vencer neste mundo do que dormir com a mulher de um homem poderoso.

Por Charles Nodier

PARTIDO Agrupamento para defesa abstrata de princípios e elevação positiva de alguns cidadãos.

Por Carlos Drummond de Andrade

O que não é terrível não é sofrer nem morrer, mas morrer em vão.

Por Jean-Paul Sartre

Mateus, MT, 7:19, <J>Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e jogada no fogo.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

No amor de uma criança tem tanta canção pra nascer, carinho e confiança, vontade e razão de viver.

Por Cláudio Nucci

Quando o verbo é equívoco, o silêncio é corretivo.

Por Fabíola Simões

João, JO, 7:9, Tendo dito isso, Jesus continuou na Galileia.

Por João, Novo Testamento

O bom dos erros é que você pode consertá-los.

Por Julie Caplin

Em verdade temos medo. Nascemos escuro. As existências são poucas: Carteiro, ditador, soldado. Nosso destino, incompleto. E fomos educados para o medo. Cheiramos flores de medo. Vestimos panos de medo. De medo, vermelhos rios vadeamos. Somos apenas uns homens e a natureza traiu-nos. Há as árvores, as fábricas, Doenças galopantes, fomes. Refugiamo-nos no amor, este célebre sentimento, e o amor faltou: chovia, ventava, fazia frio em São Paulo. Fazia frio em São Paulo… Nevava. O medo, com sua capa, nos dissimula e nos berça. Fiquei com medo de ti, meu companheiro moreno, De nós, de vós: e de tudo. Estou com medo da honra. Assim nos criam burgueses, Nosso caminho: traçado. Por que morrer em conjunto? E se todos nós vivêssemos? Vem, harmonia do medo, vem, ó terror das estradas, susto na noite, receio de águas poluídas. Muletas do homem só. Ajudai-nos, lentos poderes do láudano. Até a canção medrosa se parte, se transe e cala-se. Faremos casas de medo, duros tijolos de medo, medrosos caules, repuxos, ruas só de medo e calma. E com asas de prudência, com resplendores covardes, atingiremos o cimo de nossa cauta subida. O medo, com sua física, tanto produz: carcereiros, edifícios, escritores, este poema; outras vidas. Tenhamos o maior pavor, Os mais velhos compreendem. O medo cristalizou-os. Estátuas sábias, adeus. Adeus: vamos para a frente, recuando de olhos acesos. Nossos filhos tão felizes… Fiéis herdeiros do medo, eles povoam a cidade. Depois da cidade, o mundo. Depois do mundo, as estrelas, dançando o baile do medo.

Por Carlos Drummond de Andrade

I Samuel, 1SM, 7:2, Desde aquele dia, a arca ficou em Quiriate-Jearim, e tantos dias se passaram, que chegaram a vinte anos. E toda a casa de Israel dirigia lamentações ao Senhor.

Por I Samuel, Antigo Testamento