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Ester, ET, 9:15, Os judeus de Susã se reuniram também no dia catorze do mês de adar, e mataram trezentos homens em Susã; porém no despojo não tocaram.
Por Ester, Antigo TestamentoRelacionamentos não devem ser julgados pela longevidade, mas pela qualidade. Por que as coisas têm que durar para sempre para serem vistas como “um sucesso”? Elas podem chegar a um fim e não terem sido um fracasso.
Por Emma Jane UnsworthHá tantos problemas no mundo. Há pessoas sofrendo em todos os lugares, a todo momento. Quem é feliz, verdadeiramente feliz, o tempo todo?
Por Brandon TaylorMinha alma é uma orquestra oculta; não sei que instrumentos tange e range, cordas e harpas, tímbales e tambores, dentro de mim. Só me conheço como sinfonia.
Por Bernardo SoaresII Crônicas, 2CR, 3:1, Salomão começou a edificar a Casa do Senhor em Jerusalém, no monte Moriá, onde o Senhor havia aparecido a Davi, seu pai, lugar que Davi tinha designado na eira de Ornã, o jebuseu.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoA doença tem uma razão de ser: ela deve resolver o conflito, recalcá-lo e impedir o que foi recalcado de chegar ao consciente. (... ) Mas a doença também é um símbolo, uma representação de um processo interior, uma encenação do Isso através da qual ele anuncia o que não se atreve a dizer de viva voz.
Por Georg GroddeckMateus, MT, 27:45, A partir do meio-dia, houve trevas sobre toda a terra até as três horas da tarde.
Por Mateus, Novo TestamentoJeremias, JR, 7:12, - Mas vão agora ao meu lugar que estava em Siló, onde, no princípio, fiz habitar o meu nome, e vejam o que lhe fiz, por causa da maldade do meu povo de Israel.
Por Jeremias, Antigo TestamentoO meu melhor trabalho aconteceu quando tive um grande desafio com pouquíssimo tempo para realizá-lo.
Por Jake Knapp— Surpreende me que os pais consintam. É um casamento de amor, segundo ouço dizer. — De amor? — exclamou a embaixatriz — Onde foi colher essas ideias antediluvianas? Quem fala em amor nos nossos dias? — Que quer, minha senhora? — disse Vronski — Essa velha moda ridícula ainda não acabou de todo. — Tanto pior para os que ainda a usam! Em matéria de casamentos, só conheço uma espécie feliz o casamento de conveniência. — Pode ser, mas, em troca, a felicidade desses casamentos muitas vezes desfaz se em pó justamente porque surge o amor, no qual não acreditavam — replicou Vronski. — Perdão, chamo casamento de conveniência a esse em que ambas as partes já pagaram o seu tributo à mocidade. O amor é como a escarlatina, todos têm de passar por ela. — Então, seria bem melhor que se arranjasse maneira de inoculá- lo artificialmente, como se faz com a varíola. — Quando rapariga, apaixonei me por um sacristão — declarou a princesa Miagkaia — Mas não sei se isto me serviu de alguma utilidade — Fora de brincadeira — interrompeu Betsy —, sou de opinião que, para conhecermos o amor, temos primeiro que nos enganarmos para depois então corrigirmos o erro. — Mesmo depois de casadas? — perguntou, rindo, a embaixatriz — Nunca é tarde para nos arrependermos — observou o diplomata, citando um provérbio inglês. — Exactamente. — aprovou Betsy — Cometer um erro e, depois, repará-lo, eis o verdadeiro caminho. Qual a sua opinião, minha querida? — perguntou ela a Ana, que ouvia a conversa, calada, um meio sorriso nos lábios. — Eu acho — disse Ana, brincando com uma das luvas — que se é verdade que cada cabeça cada sentença, há de haver tantas maneiras de amar quantos os corações. (Anna Karenina)
Por Leon Tolstói