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Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está numa caixa de bombons.
Por Carlos Drummond de AndradeII Samuel, 2SM, 7:5, - Vá e diga ao meu servo Davi: Assim diz o Senhor: ´Você quer edificar um templo para minha habitação?
Por II Samuel, Antigo TestamentoA MULHER (A C…) A mulher sem amor é como o inverno, Como a luz das antélias no deserto, Como espinheiro de isoladas fragas, Como das ondas o caminho incerto. A mulher sem amor é mancenilha Das ermas plagas sobre o chão crescida, Basta-lhe à sombra repousar um’hora Que seu veneno nos corrompe a vida. De eivado seio no profundo abismo Paixões repousam num sudário eterno… Não há canto nem flor, não há perfumes, A mulher sem amor é como o inverno. Su’alma é um alaúde desmontado Onde embalde o cantor procura um hino; Flor sem aromas, sensitiva morta, Batel nas ondas a vagar sem tino. Mas, se um raio do sol tremendo deixa Do céu nublado a condensada treva, A mulher amorosa é mais que um anjo, É um sopro de Deus que tudo eleva! Como o árabe ardente e sequioso Que a tenda deixa pela noite escura E vai no seio de orvalhado lírio Lamber a medo a divinal frescura, O poeta a venera no silêncio, Bebe o pranto celeste que ela chora, Ouve-lhe os cantos, lhe perfuma a vida… – A mulher amorosa é como a aurora. S. Paulo – 1861
Por Fagundes VarelaEclesiastes, EC, 4:9, Melhor é serem dois do que um, porque maior é o pagamento pelo seu trabalho.
Por Eclesiastes, Antigo TestamentoEstamos em todos os lares, somos metade da raça humana. Não há como deter todas nós.
Por As SufragistasA conversão não é um processo suave e fácil como algumas pessoas imaginam; se assim fosse, o coração do homem jamais teria sido comparado a um solo não cultivado, e a Palavra de Deus, a um arado.
Por John BunyanI Crônicas, 1CR, 3:21, Os filhos de Hananias foram: Pelatias e Jesaías; os filhos de Refaías, os filhos de Arnã, os filhos de Obadias, os filhos de Secanias.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoVerde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas. O barco vai sobre o mar e o cavalo na montanha. Com a sombra pela cintura ela sonha na varanda, verde carne, tranças verdes, com olhos de fria prata. Verde que te quero verde. Por sob a lua gitana, as coisas estão mirando-a e ela não pode mirá-las.
Por Federico García Lorca