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Amós, AM, 8:6, para comprarmos os pobres por dinheiro e os necessitados por um par de sandálias e vendermos o refugo do trigo?`

Por Amós, Antigo Testamento

Aqueles no pátio eram o refugo que não conheciam. Os enjeitados, os malucos, os enfermos, os caducos, os chaguentos, os mutilados, os senis, os alcoólatras, os débeis, os pobres, os analfabetos, os mendigos, os aleijados largados à própria sorte. Os sobrinhos, avós, pais, tios esquecidos em sanatórios e hospitais, enxotados de casa ou recolhidos sob marquises, sob pontes, em becos, lixeiras, praças, em jardins e calçadas, em beiras de estradas do país que se industrializava, se agigantava, se modernizava. A nação da América do Sul das repúblicas de bananas que navegava para fora do Terceiro Mundo fabricando tornos e automóveis, caminhões, tratores, geladeiras, lâmpadas, liquidificadores, televisores, aparelhos de som, sapatos, refrigerantes e máquinas de lavar, o país que fora capaz de crescer cinquenta anos em apenas cinco de total democracia, e que não tinha mais lugar para aqueles homens.

Por Edney Silvestre

A felicidade não pode ser alcançada apenas com o desejo de ser feliz - ela deve vir como a conseqüência não intencional de se trabalhar para um objetivo maior que si mesmo.

Por Fred Kofman

Provérbios, PV, 12:8, Cada um será louvado segundo o seu entendimento, mas quem tem coração perverso será desprezado.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Quando o amor etiver de existir e a compreensão estiver de entender que os momentos devem ser celebrados reiterando o amor e a vida no NATAL

Por Geraldo Neto

⁠Qualquer covarde pode travar uma batalha quando tiver certeza de vencer; mas me mostre um homem que está disposto a lutar quando tiver certeza de perder...

Por Daniel Cole

Marcos, MC, 6:14, Isto chegou aos ouvidos do rei Herodes, porque o nome de Jesus havia se tornado conhecido. E alguns diziam: ´João Batista ressuscitou dentre os mortos e, por isso, forças miraculosas operam nele.`

Por Marcos, Novo Testamento

Nenhuma pessoa quer que você quebre o próprio sistema. Mas isso é o que a verdadeira ruptura é.

Por Glass Onion: Um Mistério Knives Out

II Crônicas, 2CR, 28:17, porque, de novo, os edomitas tinham vindo e derrotado Judá, levando alguns prisioneiros.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Hino à Morte⁠ Tenho às vezes sentido o chocar dos teus ossos E o vento da tua asa os meus lábios roçar; Mas da tua presença o rasto de destroços Nunca de susto fez meu coração parar. Nunca, espanto ou receio, ao meu ânimo trouxe Esse aspecto de horror com que tudo apavoras, Nas tuas mãos erguendo a inexorável Fouce E a ampulheta em que vais pulverizando as horas. Sei que andas, como sombra, a seguir os meus [passos, Tão próxima de mim que te respiro o alento, — Prestes como uma noiva a estreitar-me em teus [braços, E a arrastar-me contigo ao teu leito sangrento… Que importa? Do teu seio a noite que amedronta, Para mim não é mais que o refluxo da Vida, Noite da noite, donde esplêndida desponta A aurora espiritual da Terra Prometida. A Alma volta à Luz; sai desse hiato de sombra, Como o insecto da larva. A Morte que me aterra, Essa que tanta vez o meu ânimo assombra, Não és tu, com a paz do teu oásis te terra! Quantas vezes, na angústia, o sofrimento invoca O teu suave dormir sob a leiva de flores!… A Morte, que sem dó me tortura e sufoca, É outra, — essa que em nós cava sulcos de dores. Morte que, sem piedade, uma a uma arrebata, Como um tufão que passa, as nossas afeições, E, deixando-nos sós, lentamente nos mata, Abrindo-lhes a cova em nossos corações. Parêntesis de sombra entre o poente e a alvorada, Morrer é ter vivido, é renascer… O horror Da Morte, o horror que gera a consciência do Nada, Quem vive é que lhe sente o aflitivo travor. Sangue do nosso sangue, almas que estremecemos, Seres que um grande afecto à nossa vida enlaça, — Somos nós que a sua morte implacável sofremos, É em nós, é em nós que a sua morte se passa! Só então, da tua asa a sombra formidável, Anjo negro da Morte! aos meus olhos parece Uma noite sem fim, uma noite insondável, Noite de soledade em que nunca amanhece… Só então, sucumbindo à dor que me fulmina, A mim mesmo pergunto, entre espanto e receio, Se a tua asa não é dum Anjo de rapina, Se eu poderei em paz repoisar no teu seio! Inflexível e cego, o poder do teu ceptro Só então me desvaira em cruel agonia, Ao ver com que presteza ele faz um espectro De alguém, que há pouco ainda, ao pé de nós sorria. Mas se nessa tortura, exausto o pensamento, Para ti, face a face, ergo os olhos contrito, Passa diante de mim, como um deslumbramento Constelando o teu manto, a visão do Infinito. E de novo, ao sair dessa angústia demente, Sinto bem que tu és, para toda a amargura, A Eutanásia serena em cujo olhar clemente Arde a chama em que toda a escória se depura. É pela tua mão, feito um rasgão na treva, Que a Alma se liberta, e de esplendor vestida — Borboleta celeste, ébria de Deus, — se eleva Para a luz imortal, Luz do Amor, Luz da Vida

Por Antônio Feijó