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O Ídolo Sobre um trono de mármore sombrio, Em templo escuro, há muito abandonado, Em seu grande silêncio, austero e frio Um ídolo de gesso está sentado. E como à estranha mão, a paz silente Quebrando em torno às funerárias urnas, Ressoa um órgão compassadamente Pelas amplas abóbadas soturnas. Cai fora a noite - mar que se retrata Em outro mar - dois pélagos azuis; Num as ondas - alcíones de prata, No outro os astros - alcíones de luz. E de seu negro mármore no trono O ídolo de gesso está sentado. Assim um coração repousa em sono... Assim meu coração vive fechado.
Por Alberto de Oliveira"Alguns me chamaram de louca e sou um tanto louca, mais ou menos, conforme as circunstâncias, só que de um tipo diferente: dos que, por trás das suas máscaras, ocultam a própria loucura."
Por Georgeana AlvesII Reis, 2RS, 6:27, Ele respondeu: Se o Senhor Deus não ajudar você, com que poderei eu ajudá-la? Com a eira ou com o lagar?
Por II Reis, Antigo TestamentoComparativamente à mitologia das moiras, a vida de cada um de nós é um processo artesanal, onde se vai alinhavando fio sobre fio, de maneira cuidadosa e paciente. Nesta vida, aprendemos com as moiras a festejar as intempestivas glórias, a desapegar-se, a desfrutar dos “golpes de sorte”, a sermos ativos na passividade e passivos no que pretensamente pensamos que temos o controle: aprendemos a morrer, a renascer, em suma, aprendemos a viver
Por Soraya Rodrigues de AragaoJuízes, JZ, 6:33, Todos os midianitas, amalequitas e povos do Oriente se ajuntaram, passaram o Jordão e acamparam no vale de Jezreel.
Por Juízes, Antigo TestamentoAté você que você abandone sua espada não vai se tornar um escudo até que você coloque sua coroa de lado não estará apto para liderar
Por Hakim SanaiNúmeros, NM, 34:14, Porque a tribo dos filhos dos rubenitas, segundo a casa de seus pais, e a tribo dos filhos dos gaditas, segundo a casa de seus pais, já receberam a sua herança; também a meia tribo de Manassés já recebeu a sua herança.
Por Números, Antigo TestamentoHoje muitas vezes o que observamos são os exames e papéis sendo tratados, e não os pacientes!
Por Edmond Saab Jr.Aos homens agrada inventar monstros e monstruosidades. Com isso, sentem-se menos monstruosos. Quando se embriagam, são capazes de trapacear, roubar, bater na esposa, deixar morrer de fome a velha vovozinha, matar a machadadas uma raposa pega numa armadilha ou ferir com flechas o último unicórnio do mundo. Nessas horas, gostam de pensar que Moahir, que adentra suas choupanas de madrugada, é muito mais monstruosa do que eles. Aí, ficam com o coração mais leve e acham mais fácil tocar a vida adiante.
Por Andrzej Sapkowski