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Para quê? A resposta o enchia de amargura: para nada. Depois de tanto sangue, nem socialismo nem independência nem porra nenhuma. Tinha a firme convicção de ter sido vítima de uma fraude.
Por Fernando AramburuI Reis, 1RS, 4:3, Eliorefe e Aías, filhos de Sisa, eram secretários; Josafá, filho de Ailude, era o cronista;
Por I Reis, Antigo TestamentoLucas, LC, 7:42, <J>E, como eles não tinham com que pagar, o credor perdoou a dívida de ambos. Qual deles, portanto, o amará mais?</J>
Por Lucas, Novo TestamentoEu não sou o que eu devia ser. Eu não sou o que eu quero ser. Eu não sou o que eu espero ser. Contudo, Eu não sou o que eu costumava ser. E, pela graça de Deus, eu sou o que eu sou.
Por John NewtonEsta é uma confissão de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado. Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope. Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança de língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo do túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dê vida. Essas dificuldades, nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega. Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queda não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem e límpida.
Por Clarice LispectorO meu pudinzinho é meio temperamental, mas qual é o relacionamento que não tem seus altos e baixos?
Por ArlequinaQuando a tempestade passa, a resiliência é o sol que ilumina o caminho da reconstrução.
Por Marcelo VianaAtos, AT, 23:14, Estes foram falar com os principais sacerdotes e os anciãos e disseram: - Juramos, sob pena de maldição, não comer coisa alguma, enquanto não matarmos Paulo.
Por Atos, Novo Testamento