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Evito pensar para não me tornar socialmente perigoso.

Por André Dahmer

Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte.

Por Gabriel García Márquez

- Si vis pacem para bellum - Se procura a paz, prepare-se para a guerra.

Por Grimm

Números, NM, 3:29, As famílias dos filhos de Coate acamparão ao lado do tabernáculo, do lado sul.

Por Números, Antigo Testamento

Mateus, MT, 13:25, <J>Mas, enquanto todos estavam dormindo, veio o inimigo dele, semeou o joio no meio do trigo e foi embora.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

João, JO, 19:25, E junto à cruz estavam a mãe de Jesus, a irmã dela, Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena.

Por João, Novo Testamento

Sonhar é acordar-se para dentro.

Por Mario Quintana

Levítico, LV, 22:6, Quem tocar em tais coisas ficará impuro até a tarde e não comerá das ofertas sagradas sem primeiro banhar o seu corpo em água.

Por Levítico, Antigo Testamento

Gosto mais do engano que nos eleva / do que das verdades obscuras e baixas.

Por Alexander Pushkin

Imagens que passais pela retina Dos meus olhos, porque não vos fixais? Que passais como a água cristalina Por uma fonte para nunca mais!... Ou para o lago escuro onde termina Vosso curso, silente de juncais, E o vago medo angustioso domina, Porque ides sem mim, não me levais? Sem vós o que são os meus olhos abertos? O espelho inútil, meus olhos pagãos! Aridez de sucessivos desertos... Fica sequer, sombra das minhas mãos, Flexão casual de meus dedos incertos, Estranha sombra em movimentos vãos.

Por Camilo Pessanha