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Aleluia! Toda criação a cantar Aleluia! Toda criação Te louva Tudo que eu vejo Me faz lembrar Você Do menor ao maior Me faz lembrar Você
Por Casa WorshipÀs vezes nada e do jeito que queremos ou imaginamos ser, família é uma parte de nós, as coisas são difícil, mas devemos procurar onde está o erro para tentar consertar. O ser humano é falho e de falhas vivemos um dia após o outro buscando sabedoria para um dia entender o por que de tanto desconforto.
Por Berenice GomesHá algumas coisas na vida que você pode alterar - seu peso, sua aparência, até mesmo seu nome -, mas há outras nas quais desejar, tentar e trabalhar duro não faz diferença nenhuma. Essas coisas são as que nos moldam. Não as coisas que podemos mudar, mas aquelas que não podemos.
Por C. J. TudorJeremias, JR, 42:14, e disserem: ´Não! Preferimos ir à terra do Egito, onde não veremos guerra, nem ouviremos som de trombeta, nem passaremos fome, e ali vamos morar`,
Por Jeremias, Antigo TestamentoPai Nosso "Pai nosso..." - Jesus. (Mateus, 6:9.) A grandeza da prece dominical nunca será devidamente compreendida por nós que lhe recebemos as lições divinas. Cada palavra, dentro dela, tem a fulguração de sublime luz. De início, o Mestre Divino lança-lhe os fundamentos em Deus, ensinando que o Supremo Doador da Vida deve construir, para nós todos, o princípio e a finalidade de nossas tarefas. É necessário começar e continuar em Deus, associando nossos impulsos ao plano divino, a fim de que nosso trabalho não se perca no movimento ruinoso ou inútil. O Espírito Universal do Pai há de presidir-nos o mais humilde esforço, na ação de pensar e falar, ensinar e fazer. Em seguida, com um simples pronome possessivo, o Mestre exalta a comunidade. Depois de Deus, a Humanidade será o tema fundamental de nossas vidas. Compreenderemos as necessidades e as aflições, os males e as lutas de todos os que nos cercam ou estaremos segregados no egoísmo primitivista. Todos os triunfos e fracassos que iluminam e obscurecem a Terra pertencem-nos, de algum modo. Os soluços de um hemisfério repercutem no outro. A dor do vizinho é uma advertência para a nossa casa. O erro de um irmão, examinado nos fundamentos, é igualmente nosso, porque somos componentes imperfeitos de uma sociedade menos perfeita, gerando causas perigosas e, por isso, tragédias e falhas dos outros afetam-nos por dentro. Quando entendemos semelhante realidade, o "império do eu" passa a incorporar-se por célula bendita à vida santificante. Sem amor a Deus e à Humanidade, não estamos suficientemente seguros na oração. Pai nosso... - disse Jesus para começar. Pai do Universo... Nosso Mundo... Sem nos associarmos aos propósitos do Pai, na pequenina tarefa que nos foi permitido executar, nossa prece será, muitas vezes, simples repetição do "eu quero", invariavelmente cheio de desejos, mas quase sempre vazio de sensatez e de amor.
Por EmmanuelII Samuel, 2SM, 7:8, - Agora diga ao meu servo Davi: Assim diz o Senhor dos Exércitos: ´Eu tirei você das pastagens e do trabalho de andar atrás das ovelhas, para que você fosse príncipe sobre o meu povo, sobre Israel.
Por II Samuel, Antigo TestamentoSalmos, SL, 90:3, Tu reduzes o ser humano ao pó e dizes: ´Voltem ao pó, filhos dos homens.`
Por Salmos, Antigo TestamentoMateus, MT, 20:25, Então Jesus, chamando-os para junto de si, disse: <J> - Vocês sabem que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles.</J>
Por Mateus, Novo Testamento“... nossa forma representa nossos hábitos fisiológicos e até nossos pensamentos habituais... A forma do rosto, a da boca, das pálpebras, e todos os outros traços da fisionomia são determinados pelo estado habitual dos músculos planos, que se movem entre as camadas gordurosas que se localizam debaixo da pele. O estado desses músculos vem do estado de nossos pensamentos... Sem que o saibamos, nosso rosto, pouco a pouco, vai se modelando de acordo com nosso estado de consciência. E com o progresso da idade, torna-se a imagem cada vez mais exata dos sentimentos, dos apetites, das aspirações de todo o ser...” (Alexis Carrel in “O homem, este desconhecido”)
Por Alexis Carrel