Veja outros textos inspiradores!
E’ no momento da batalha que você desenvolve sua “força interior”. Se você persistir, a vitoria será sua. Não abaixe a cabeça para as dificuldades. A sua vida, só você pode mudá-la, só você pode consertá-la, só você pode reescreve-la.
Por Soraya Rodrigues de AragaoJó, JÓ, 30:27, ´O meu íntimo se agita sem cessar; e dias de aflição me sobrevêm.
Por Jó, Antigo TestamentoTarde da noite eu escrevo e as páginas do meu caderno incham de todas as palavras que coloquei sobre elas. Quase parece que quanto mais eu danifico a página, mais rápido algo se cura dentro de mim.
Por Elizabeth AcevedoÀ distância Há quem por ti de longe vela, Deseja te ver sempre brilhar, Oferece-te carinho e zela Por tua felicidade e bem-estar. Alguém com palavras pincela O quanto encanta o teu olhar, Compõe versificada aquarela, Almeja admiração demonstrar. Tanta dedicação assim revela Ser pouco importante o lugar, Se uma paixão existe e é bela Até a distância poderá superar.
Por Dennys TávoraNúmeros, NM, 4:47, da idade de trinta anos para cima até os cinquenta, todos os que entraram para cumprir a tarefa do serviço e a de levarem cargas na tenda do encontro,
Por Números, Antigo TestamentoGênesis, GN, 2:10, E um rio saía do Éden para regar o jardim e de lá se dividia, repartindo-se em quatro braços.
Por Gênesis, Antigo TestamentoI Crônicas, 1CR, 22:15, Além disso, você tem um grande número de trabalhadores: cortadores de pedras, pedreiros, carpinteiros e peritos em todo tipo de trabalho
Por I Crônicas, Antigo TestamentoOlho para o rancho quando a noite cai. É a primeira noite de lua cheia e, para mim, as lembranças sempre virão. Sempre vêm. Prendo a respiração quando a lua começa sua lenta ascensão sobre as montanhas, o brilho leitoso contornando o horizonte. As árvores se tornam prata líquida, e embora eu deseje mergulhar nas memórias agridoces, viro-me para observar o rancho novamente. Durante muito tempo, espero em vão. A lua continua sua lenta trajetória pelo céu. Uma a uma, as luzes da casa se apagam. Concentro-me ansiosamente na porta da frente, esperando pelo impossível. Sei que ela não vai aparecer, mas não consigo me forçar a ir embora. Inspiro lentamente, na esperança de chamá-la para fora. E quando finalmente, a vejo sair de casa, sinto um formigamento estranho na coluna, algo que nunca tinha experimentado antes. Ela para na escada, e então se vira parecendo olhar na minha direção. Congelo sem motivo, sei que é impossível ela me ver. De onde estou, observo Savannah fechar a porta silenciosamente atrás de si. Ela desce lentamente os degraus e vaga pelo jardim. Ela para e depois cruza os braços, olhando para trás, para se certificar que ninguém a seguiu. Finalmente, parece relaxar. Então, sinto como se estivesse presenciando um milagre, como, bem devagar, ela ergue o rosto para a lua. Eu a vejo sorver a imagem da lua cheia, inundada pelas memórias libertas, não desejando nada além de fazê-la saber que estou aqui. No entanto, fico onde estou e também olho para a lua. Por um breve instante, é como se estivéssemos juntos de novo.
Por John Tyree