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Jonas, JN, 1:10, Então os homens ficaram com muito medo e lhe perguntaram: - O que é isso que você fez? Pois aqueles homens sabiam que Jonas estava fugindo da presença do Senhor, porque ele lhes havia contado.

Por Jonas, Antigo Testamento

⁠Às vezes, temos que fazer alguma coisa para descobrir o motivo. Às vezes, nossas ações são perguntas, não respostas.

Por John le Carré

⁠Quero duas pra mamar, não por sacanagem, mas pra sentir que sou querido em dobro, que meu cansaço é notado, que minha fome de carinho não é tabu. Quero duas bocas, não pra me vangloriar… Mas pra calar o grito de abandono que ecoa no fundo do homem que só quer ser sentido.

Por Bruno Ventura Flores

sem meia palavra semeia o amor por inteiro.

Por Eu me chamo Antônio

⁠"Um brinde às guerras silenciosas que vencemos sem aplausos."

Por FEH ALVARENGA

Lucas, LC, 22:65, E muitas outras coisas diziam contra ele, blasfemando.

Por Lucas, Novo Testamento

Flores na Estrada... Um homem morava numa cidade grande e trabalhava numa fábrica. Todos os dias ele pegava o ônibus das 6:15h e viajava cinqüenta minutos até o trabalho. À tardinha fazia a mesma coisa voltando para a casa. No ponto seguinte ao que o homem subia, entrava uma velhinha, que procurava sempre sentar na janela. Abria a bolsa tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora do ônibus. Um dia, o homem reparou na cena. Ficou curioso. No dia seguinte, a mesma coisa. Certa vez o homem sentou-se ao lado da velhinha e não resistiu: - Bom dia, desculpe a curiosidade, mas o que a senhora está jogando pela janela? - Bom dia, respondeu a velhinha. - Jogo sementes. - Sementes? Sementes de que? - De flor. É que eu viajo neste ônibus todos os dias. Olho para fora e a estrada é tão vazia. E gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho. Imagine como seria bom. - Mas a senhora não vê que as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos. A senhora acha que essas flores vão nascer aí, na beira da estrada? - Acho, meu filho. Mesmo que muitas sejam perdidas, algumas certamente acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar. - Mesmo assim, demoram para crescer, precisam de água. - Ah, eu faço minha parte. Sempre há dias de chuva. Além disso, apesar da demora, se eu não jogar as sementes, as flores nunca vão nascer. Dizendo isso, a velhinha virou-se para a janela aberta e recomeçou seu “trabalho”. O homem desceu logo adiante, achando que a velhinha já estava meio “caduca”. O tempo passou... Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem levou um susto, olhou para fora e viu margaridas na beira da estrada, hortênsias azuis, rosas, cravos, dálias. A paisagem estava colorida, perfumada e linda. O homem lembrou-se da velhinha, procurou-a no ônibus e acabou perguntando para o cobrador, que conhecia todo mundo. - A velhinha das sementes? Pois é, morreu de pneumonia no mês passado. O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela. “Quem diria, as flores brotaram mesmo”, pensou. “Mas de que adiantou o trabalho da velhinha? A coitada morreu e não pode ver esta beleza toda”. Nesse instante, o homem escutou uma risada de criança. No banco da frente, um garotinho apontava pela janela entusiasmado: Olha mãe, que lindo, quanta flor pela estrada. Como se chamam aquelas azuis? Então, o homem entendeu o que a velhinha tinha feito. Mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a velhinha devia estar feliz. Afinal, ela tinha dado um presente maravilhoso para as pessoas. No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se numa janela e tirou um pacotinho de sementes do bolso. “Se não houver frutos, valeu a beleza das flores. Se não houver flores, valeu a sombra das folhas. Se não houver folhas, valeu a intenção da semente”.

Por Henfil

Deuteronômio, DT, 28:11, O Senhor lhes dará abundância de bens no fruto do seu ventre, no fruto dos seus animais e no fruto do seu solo, na terra que o Senhor prometeu dar a vocês sob juramento aos seus pais.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Na vida, não existe nada a se temer, apenas a ser compreendido.

Por Marie Curie

⁠Nada pode durar para sempre. Não há nenhuma memória, não importa o quão intensa, que não desapareça com o tempo.

Por Juan Rulfo