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II Coríntios, 2CO, 8:11, Terminem, agora, a obra começada, para que, assim como mostraram boa vontade no querer, assim também completem essa obra, dando de acordo com o que vocês têm.

Por II Coríntios, Novo Testamento

Ester, ET, 4:17, Então Mordecai foi e fez tudo o que Ester lhe havia ordenado.

Por Ester, Antigo Testamento

I Pedro, 1PE, 4:17, Porque chegou o tempo de começar o juízo pela casa de Deus; e, se começa por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?

Por I Pedro, Novo Testamento

aforismo 15 Os antigos mestres da vida eram profundamente identificados com as potências vivas do cosmos. A grandeza e o poder da sua dinâmica atividade jaziam em sua profunda interioridade. Quem compreende, hoje em dia, esses homens? Eles eram sábios, como barqueiros que cruzam um rio em pleno inverno; Eram cautelosos, como homens circundados de inimigos; Eram reservados, como hóspedes que fossem; Eram amoldáveis, como gelo que se derrete; Eram autênticos, como o cerne de madeira de lei; Eram amplos, como vales abertos; Eram impenetráveis, como águas turvas. (Tao Te Ching) Tradução: Huberto Rohden

Por Lao-Tsé

Toda revolução começa com uma faísca.

Por Jogos Vorazes

Comparando no seu conjunto homem e mulher pode dizer-se: a mulher não teria engenho para se enfeitar se não tivesse o instinto do papel «secundário» que desempenha.

Por Friedrich Nietzsche

Há duas maneiras de ser enganado. Uma é acreditar no que não é verdade; a outra é recusar a acreditar no que é verdade.

Por Soren Kierkegaard

⁠Nenhuma afirmação histórica pode ser considerada definitiva: toda afirmação é verdadeira até que se prove o contrário.

Por Carlo Ginzburg

⁠Uma das maiores tragédias do mundo é a dor desperdiçada. A dor sem um relacionamento com a Cruz é como um cheque sem assinatura e sem valor. Mas uma vez que a assinamos com a Assinatura do Salvador na Cruz, ela assume um valor infinito.

Por Fulton Sheen

O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato O amor comeu meus cartões de visita O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minha dieta O amor comeu todos os meu livros de poesia O amor comeu meu Estado, minha cidade O amor comeu minha paz, minha guerra, meu dia e minha noite Meu inverno, meu verão Comeu meu silencio, minha dor de cabeça O meu medo da morte

Por João Cabral de Melo Neto