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⁠De fato, o Estado não é maneta e nem poderia sê lo. Ele tem duas mãos: uma para receber e outra para dar, ou, melhor dizendo, a mão rude e a mão delicada. A ação da segunda subordina-se necessariamente à da primeira.

Por Frédéric Bastiat

O povo não podia acreditar no que eu havia me tornado

Por Coldplay

Zacarias, ZC, 5:6, Eu perguntei: - O que é isto? Ele me respondeu: - É um cesto que serve para medir. E acrescentou: - Isto é a iniquidade em toda a terra.

Por Zacarias, Antigo Testamento

I Crônicas, 1CR, 11:2, No passado, quando Saul ainda era o rei, era o senhor quem fazia saídas e entradas militares com Israel. Também o Senhor, seu Deus, lhe disse: ´Você apascentará o meu povo de Israel e será príncipe sobre o meu povo de Israel.`

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Sonhe grande, pois ter sonhos grandes dão o mesmo trabalho dos sonhos pequenos.

Por Jorge Paulo Lemann

A vitória tem mais de uma centena de pais; a derrota, por outro lado, essa é órfã.

Por John Kennedy

"A função geral dos sonhos é tentar reestabelecer a nossa balança psicológica, produzindo um material onírico que reconstitui, de maneira sutil, o equilíbrio psíquico total. É ao que chamo função complementar (ou compensatória) dos sonhos na nossa constituição psíquica."

Por Carl Gustav Jung

Um Bonde Chamado seu Beijo Quem encobrirá meu sono? Beijará quem minhas costas no cotidiano? Quem, no meio do frio, me cobrirá com lindas orelhas e me dirá palavras indecentes nos ouvidos? Quem, atrevido, me acordará com o ponteiro em riste como um pássaro que não quer tudo apenas o céu, a gaiola, o alpiste? Quem que, quando eu dormisse, por mim zelasse e eu, quando acordasse, lhe fizesse iogurtes brejeiros massagens nos pés, cumplicidades de enlace? Quem me agarrará por trás quando eu sair cheirosa do banho e terá orgulho de eu ser guerreira e perfumada ao mesmo tempo? Quem em bom senso dirá que muito me assanho quem orientará a guerrilha diária a que me proponho quem será inteligente e gostoso a meu lado como está no meu sonho? Quem, a quem me disponho a cozinhar e fazer versos quem racional e perverso cochichará nos tímpanos da minha alma a doce ordem, a venal palavra: Calma? Quem com sua alma me mostrará um mar vertical? Quem, meu igual, me apontará andores reais, sem excesso de glacê no bolo Com determinação de touro e a nobreza de poder ser banal? Quem, coisa e tal, me beijará a boca e me enfiará as mãos por debaixo da barra do segredo do vestido e um dia passeará comigo no segredo contido na Barra do Jucu? Quem, senão tu que eu elejo, eu planejo, pode habitar o lugar a suíte que há tanto tenho reservado? Quem, encomendado, pode me manter na confiança dos edredons enquanto não chega? Quem, com certeza, me visitará num outubourbon no gume da lira de eu ser égua, cadela, mulher e sua? Quem sobre mim sua, pinga, chove? Quem que com lucidez resolve o abismo simples de prever o risco de sonhar pra nele mesmo cair, rir e se embolar? Quem me dará a idéia de conceber a saudade no sentido tático quem, não estático, de longe me fará cometer poemas de meia-noite? Quem, sem favor, me estende o braço com rosas na mão com explicação pro meu calor? Quem, senão meu doido bondinho meus olhos acesinhos, meu comedor... Meu triz, meu risco meu cristo redentor?

Por Elisa Lucinda

A indiferença e o abandono muitas vezes causam mais danos do que a aversão direta.

Por Alvo Dumbledore

Na maioria das vezes as pessoas só notam o que você faz... Quando você deixa de fazer...

Por Eduardo Volpato