Mais frases de Grupo Revelação!

Embaixo de um folgado tem um sufocado.

Por Içami Tiba

Corra e conte a todos os anjos Isso pode levar a noite toda Acho que preciso de um diabo Para me ajudar a acertar as coisas Me arrume uma nova revolução Pois essa aqui é uma mentira Nós sentamos juntos rindo e vimos essa última morrer. (Learn To Fly)

Por Foo Fighters

Só há vantagem em substituir um homem por uma máquina, desde que esse homem encontre trabalho noutro local.

Por Jean Sismondi

PERDOE-ME E você pode me perdoar novamente Eu não sei o que disse Eu não queria te machucar As palavras saem da minha boca É como sentisse que vou morrer Dói tanto te machucar Então você olha pra mim E não já não consegue dizer nada Está silenciosamente quebrado Como queria poder agora Matar aquelas palavras por você E cada vez que digo algo que te machuca eu choro Eu não quero te perder Mas de alguma maneira sei que não me deixará Porque você foi feito pra mim De alguma maneira farei você ver O quanto me faz feliz (amor) Como posso viver esta vida Sem você ao meu lado Preciso de você pra sobreviver Então fique comigo... Quando olho em teus olhos me vejo gritando por dentro Me desculpe... E você pode me perdoar novamente Você é meu único e verdadeiro amigo Eu não queria te machucar...

Por Amy Lee

Oceano Nox Junto do mar, que erguia gravemente A trágica voz rouca, enquanto o vento Passava como o vôo do pensamento Que busca e hesita, inquieto e intermitente, Junto do mar sentei-me tristemente, Olhando o céu pesado e nevoento, E interroguei, cismando, esse lamento Que saía das coisas, vagamente... Que inquieto desejo vos tortura, Seres elementares, força obscura? Em volta de que idéia gravitais? Mas na imensa extensão, onde se esconde O Inconsciente imortal, só me responde Um bramido, um queixume, e nada mais...

Por Antero de Quental

Na Mão de Deus Na mão de Deus, na sua mão direita, Descansou afinal meu coração. Do palácio encantado da Ilusão Desci a passo e passo a escada estreita. Como as flores mortais, com que se enfeita A ignorância infantil, despojo vão, Depois do Ideal e da Paixão A forma transitória e imperfeita. Como criança, em lôbrega jornada, Que a mãe leva ao colo agasalhada E atravessa, sorrindo vagamente, Selvas, mares, areias do deserto... Dorme o teu sono, coração liberto, Dorme na mão de Deus eternamente!

Por Antero de Quental

À Virgem Santíssima Cheia de Graça, Mãe de Misericórdia N'um sonho todo feito de incerteza, De nocturna e indizível ansiedade, É que eu vi teu olhar de piedade E (mais que piedade) de tristeza... Não era o vulgar brilho da beleza, Nem o ardor banal da mocidade... Era outra luz, era outra suavidade, Que até nem sei se as há na natureza... Um místico sofrer... uma ventura Feita só do perdão, só da ternura E da paz da nossa hora derradeira... Ó visão, visão triste e piedosa! Fita-me assim calada, assim chorosa... E deixa-me sonhar a vida inteira!

Por Antero de Quental

Mãe Mãe - que adormente este viver dorido, E me vele esta noite de tal frio, E com as mãos piedosas até o fio Do meu pobre existir, meio partido... Que me leve consigo, adormecido, Ao passar pelo sítio mais sombrio... Me banhe e lave a alma lá no rio Da clara luz do seu olhar querido... Eu dava o meu orgulho de homem - dava Minha estéril ciência, sem receio, E em débil criancinha me tornava, Descuidada, feliz, dócil também, Se eu pudesse dormir sobre o teu seio, Se tu fosses, querida, a minha mãe!

Por Antero de Quental

Contemplação Sonho de olhos abertos, caminhando Não entre as formas já e as aparências, Mas vendo a face imóvel das essências, Entre ideias e espíritos pairando... Que é o Mundo ante mim? fumo ondeando, Visões sem ser, fragmentos de existências... Uma névoa de enganos e impotências Sobre vácuo insondável rastejando... E dentre a névoa e a sombra universais Só me chega um murmúrio, feito de ais... É a queixa, o profundíssimo gemido Das coisas, que procuram cegamente Na sua noite e dolorosamente Outra luz, outro fim só pressentindo...

Por Antero de Quental

Na mão de Deus, na sua mão direita, Descansou afinal meu coração.

Por Antero de Quental