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É muita pretensão de quem está de fora, dizer quem eu sou ou não. Por isso contente-se com o que você acha, pois jamais saberá quem sou de fato.

Por Edna Frigato

Quem anda pelas lágrimas perdido, Sonâmbulo dos trágicos flagelos, é quem deixou para sempre esquecido o mundo e os fúteis ouropéis mais belos! É quem ficou do mundo redimido, expurgado dos vícios mais singelos e disse a tudo o adeus indefinido e desprendeu-se daí carnais anelos! É quem entrou por todas as batalhas às mãos e os pés e o flanco ensanguentado, amortalhado em todas as mortalhas, Quem florestas e mares foi rasgando e entre raios, pedradas e metralhas, ficou gemendo, mas ficou sonhando!

Por Cruz e Sousa

Quero que as pessoas se libertem. Ninguém é obrigado a seguir o que falam. A pessoa pode se questionar, abrir os olhos e andar com os próprios pés sem esperar validação alheia. Ninguém precisa de um “corpo perfeito” para começar a viver. Pode começar agora. Afinal, o corpo perfeito é o seu.

Por Alexandra Gurgel

A vida é extraordinária e significa algo, e isso custacaro. Você tem que ser paciente, preparado e forte.

Por Keith Stuart

A paixão não realizada cria uma lacuna entre nosso presente e nosso potencial – um vazio que pode causar destruição e desespero. Ou levar à estagnação. (...) A paixão não realizada cria viciados e criminosos.

Por Kevin Ashton

⁠Eu acho que muita gente gostaria de ser franca sobre muita coisa. Mas a honestidade não é muito natural pra todas as pessoas.

Por Do Outro Lado da Dor (filme)

Estou convencida de que os maiores heróis são aqueles que fazem o seu dever na rotina diária de assuntos domésticos, enquanto o mundo gira de forma enlouquecedora.

Por Florence Nightingale

Só se pode semi-dizer a verdade, está aí o nó, o essencial do saber do analista: é que nesse lugar, no lugar da verdade está o saber. É um saber que deve, portanto, ser sempre colocado em questão.

Por Jacques Lacan

⁠Não há santos no reino animal. Apenas café da manhã e jantar.

Por Fargo (série)

Ele era tão feio... Mas tão feio... Que era um assinte... Em concurso de feiúra... Ganhava de prato cheio... De olhos esbugalhados... Sampaco... Narigudo...adunco...orelhudo... Seu gogó imenso... Muito pronunciado... Parecia um marreco engasgado... Rosto chupado.. Sem carne... só osso... Labios finos... Distorcidos.... Muito magro e bem alto... Braços alongados... Pernas muito finas... Um espantalho... De chinelos notei seus pés... Pisando torto, desengonçado... Tinha unha encravada... Um joanete ao lado... O joelho enrugado... Igual cara de velho... Coxa dura e seca... Um boneco... Muito mal vestido... Debaixo da chuva impiedosa... Em nada se importava... Com a rua caudalosa... Mas tinha um traço peculiar... Que a tudo isso escondia... Um brilho no olhar... Em sorriso lindo que abria... Então tudo transformava... Um encantamento surgia... Atrás da feiúra aparente... Beleza verdadeira escondia... Tudo que era fora de proporção... Fazia sentido... Se o sorriso era lindo... Era nato e magnífico... Naquele vulto distorcido... A feiúra se transformar... De um sapo errante... Príncipe virar... E com tal afinco sorria... Que ao seu redor tudo mudava... De tarde chuvosa... Linda noite prometia... Descobri assim... Que na rua não devo mais sair... Toda vez que isso faço... Para comer pastel ou outro salgado... Perto da maria-fumaça... Sempre tem um babado... Sandro Paschoal Nogueira

Por Sandro Paschoal Nogueira