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Ei, irmão Leve fé na artilharia do sonho Ei, irmão Leve fé na artilharia Do sol que vai nascer Das coisas que virão Pra quem acredita Na bendita comunhão

Por Héloa

⁠Escutar o outro é renunciar a telepatia. É renunciar a "- eu sei o que você está pensando e eu vou colocar palavras na sua boca". Também é renunciar a atitude de "- tudo bem, então se você sabe, você fica com todo o saber e eu me recolho na minha caverna". Escutar o outro é renunciar a posição de poder, seja ela do professor, do médico, do entendido, do filósofo, e de deixar que a linguagem, que a experência, esteja em primeiro lugar.

Por Christian Dunker

Se você tiver o 'ter' sem o 'ser', não pertence à você.

Por Lair Ribeiro

⁠Você não foi criado para uma religião, regras, regulamentos e rituais, mas para um relacionamento, em que você conversa com Deus o tempo todo, e ele lhe responde.

Por Café com Deus Pai (livro)

Eu não acredito mais que posso evitar catástrofes colocando-as em palavras.

Por Areia Movediça

⁠Você diz que o mundo é livre, eu me sinto só Nossos corpos em declive, eu me sinto só Vem descendo a pirambeira pra eu não me atrasar Acordada, a rua inteira vê meu amor passar

Por André Pelo Mundo

Josué, JS, 19:13, dali, passava, para o nascente, a Gate-Hefer, a Ete-Cazim, ia a Rimom, que se estendia até Neá,

Por Josué, Antigo Testamento

Deuteronômio, DT, 1:6, - O Senhor, nosso Deus, nos falou em Horebe, dizendo: ´Vocês já ficaram bastante tempo neste monte.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Essa lembrança que nos vem às vezes... folha súbita que tomba abrindo na memória a flor silenciosa de mil e uma pétalas concêntricas... Essa lembrança... mas de onde? de quem? Essa lembrança talvez nem seja nossa, mas de alguém que, pensando em nós, só possa mandar um eco do seu pensamento nessa mensagem pelos céus perdida... Ai! Tão perdida que nem se possa saber mais de quem!

Por Mario Quintana

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.

Por Mary Cholmondeley