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“A crítica literária deve brotar de uma dívida de amor. De modo evidente, ainda assim misterioso, o poema, ou peça, ou romance capturam nossas imaginações. Quando terminamos a obra, não somos os mesmos que éramos quando a começamos. (...) Grandes obras de arte nos arrebatam como tempestades, escancarando as portas de nossa percepção, pressionando a arquitetura de nossas crenças com seus poderes transformadores.”
Por George SteinerÉ preciso administrar o desprezo com extrema parcimônia, pois o número de necessitados é muito grande.
Por François ChateaubriandEsdras, ED, 10:10, Então o sacerdote Esdras se levantou e lhes disse: - Vocês foram infiéis, casando com mulheres estrangeiras, aumentando a culpa de Israel.
Por Esdras, Antigo TestamentoObrigado! Palavra simples: dizemo-la a toda hora, sinal de reconhecimento do outro; gota de óleo quase imponderável na leveza da sua matéria, é, no entanto, preciosa no momento de amaciar a difícil engrenagem que são as relações humanas. Moeda corrente do cotidiano, traz, porém, no metal em que se fundiu o compromisso ético que lhe vem da ideia de obrigação. Dizê-la é também um dever.
Por Alfredo BosiSalmos, SL, 136:4, Ao único que opera grandes maravilhas, porque a sua misericórdia dura para sempre.
Por Salmos, Antigo TestamentoPela primeira vez em muito tempo, senti esperança. Esperança? Bem, acho que interpretei mal as coisas. Era simplesmente a calmaria antes da tempestade.
Por Jay AsherEu vi um ângulo obtuso Ficar inteligente E a boca da noite Palitar os dentes. Vi um braço de mar Coçando o sovaco E também dois tatus Jogando buraco. Eu vi um nó cego Andando de bengala E vi uma andorinha Arrumando a mala. Vi um pé de vento Calçar as botinas E o seu cavalo-motor Sacudir as crinas. Vi uma mosca entrando Em boca fechada E um beco sem saída Que não tinha entrada. É a pura verdade, A mais nem um til, E tudo aconteceu Num primeiro de abril.
Por José Paulo Paes