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Novamente aqui estou, em frente de uma tela fria, machucando-me com músicas românticas. E me pergunto porque faço isso? Como gostaria de saber o motivo real disso. Onde isso me leva. O que faço de minha vida fazendo isso. Tristeza? Lembranças boas? Lembranças más? Lembranças que me ferem o coração de uma forma inexplicável? Por que faço isso? Amor, paixão, dor, solidão, ou simplesmente porque gosto de sofrer. Não sei... Devo continuar procurando o que é este sentimento? Ou devo esquecer tudo isto... Não sei o que fazer e o que pensar... Mas assim mesmo vou em busca assim mesmo... Sofrendo, amando, apaixonado, louco de amor... Ou louco por perder aquela que mais amo neste mundo... Vou descobrir e depois te falo tá?

Por Eduardo Bacciotti

Jó, JÓ, 1:18, Também este ainda falava quando veio outro e disse: - Os seus filhos e as suas filhas estavam comendo e bebendo vinho na casa do irmão mais velho.

Por Jó, Antigo Testamento

Sentir pena dos culpados é trair os inocentes!

Por Ayn Rand

I Coríntios, 1CO, 5:7, Joguem fora o velho fermento, para que vocês sejam nova massa, como, de fato, já são, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado.

Por I Coríntios, Novo Testamento

Anda em mim, soturnamente, uma tristeza ociosa, sem objetivo, latente, vaga, indecisa, medrosa. Como ave torva e sem rumo, ondula, vagueia, oscila e sobe em nuvens de fumo e na minh’alma se asila. Uma tristeza que eu, mudo, fico nela meditando e meditando, por tudo e em toda a parte sonhando. Tristeza de não sei donde, de não sei quando nem como… flor mortal, que dentro esconde sementes de um mago pomo. Dessas tristezas incertas, esparsas, indefinidas… como almas vagas, desertas no rumo eterno das vidas. Tristeza sem causa forte, diversa de outras tristezas, nem da vida nem da morte gerada nas correntezas… Tristeza de outros espaços, de outros céus, de outras esferas, de outros límpidos abraços, de outras castas primaveras. Dessas tristezas que vagam com volúpias tão sombrias que as nossas almas alagam de estranhas melancolias. Dessas tristezas sem fundo, sem origens prolongadas, sem saudades deste mundo, sem noites, sem alvoradas. Que principiam no sonho e acabam na Realidade, através do mar tristonho desta absurda Imensidade. Certa tristeza indizível, abstrata, como se fosse a grande alma do Sensível magoada, mística, doce. Ah! tristeza imponderável, abismo, mistério, aflito, torturante, formidável… ah! tristeza do Infinito!

Por Cruz e Sousa

Numa tal letargia, e numa tal melancolia, deve inevitavelmente teu espírito ficar mergulhado, quando privado das ocupações e prazeres que lhe vêm de fora.

Por David Hume

Hoje o dia não amanheceu. Não lançou seus feixes de luz radiantes e nem me convidou a viver. A aurora ainda dorme, envergonhada pela noite. Hoje o dia não amanheceu, as trevas se prolongaram sem se incomodar com o mover do ponteiro do relógio. A noite triunfou e se expandiu mais além das horas. Como se arrasta o tempo, quase paralisado pela terrível dor do não poder passar! Ai tempo, ai horas, por que te convertestes em meu verdugo? Porque me castigas com o látigo de um momento aterrador? Momento que se eternizou no meu olhar incrédulo e impotente. Devia ser pecado doer assim. Deveria o tempo ter parado um minuto antes daquelas vis palavras, que arrancaram minha alma e me tiraram o fôlego de vida.

Por Mirian Brito

A energia nuclear é uma maneira incrível de ferver água.

Por Karl Grossman

Onde não estamos é que estamos bem. Já não estamos no passado, e então ele parece-nos belíssimo.

Por Anton Tchekhov

Que neste novo ano a paz reine no mundo, que tenhamos saúde no corpo e na alma, que o amor ocupe nossa vida, que nossos sonhos sejam abençoados por Deus para serem maravilhosamente realizados, que o pensamento positivo vire hábito em nós. Feliz ano novo!

Por NARA NUBIA ALENCAR QUEIROZ