Veja outros textos inspiradores!
Nem bem acordo Já espio teu retrato Faço um trato com o espelho Hoje eu não quero sentir dor Hora do almoço Falo teu nome Santo nome em vão O que consome Meu corpo moço Fome ou solidão Não quero nada Essa estrada eu já sei aonde vai dar Vai dar em nada, Não quero ir, nem voltar Cinco da tarde Tudo arde Coração e céu Fico com ar de Quem espera Um aceno um sinal Já noite alta Não sinto sono Não te esqueço mais Viro do avesso Adormeço Cansada de mim sem paz Não quero nada Essa estrada eu já sei aonde vai dar Vai dar em nada, Não quero ir, nem voltar Hoje eu não quero dor Hoje eu não quero flor Não quero nada Que rime com o amor
Por Zeca BaleiroA minha poesia é uma epopeia da vida menor. Não é a descoberta do caminho marítimo para a Índia. É o caminho do corredor de minha casa entre a sala onde escrevo e leio e a cozinha. É doméstica. É feminina.
Por Adília LopesSalmos, SL, 81:4, É preceito para Israel, é prescrição do Deus de Jacó.
Por Salmos, Antigo TestamentoPosso falar de minha própria experiência e, com base nisso, contar-lhe a dificuldade de orar a Deus como eu deveria. Isso é suficiente para fazer homens carnais, pobres e cegos entreterem pensamentos estranhos a meu respeito. Quanto ao meu coração, quando vou orar, acho-o tão relutante em buscar a Deus; e quando ele está na presença de Deus, se mostra tão relutante em permanecer com Ele, que muitas vezes sou forçado, em minha orações, a primeiramente implorar a Deus que pegue o meu coração e fixe-o nEle mesmo, em Cristo; e, quando meu coração está ali, peço a Deus que o mantenha ali (Sl 86:11). Ora, muita vezes, não sei pelo que orar (sou tão cego), nem sei como orar (sou tão ignorante). Somente o Espírito (bendita graça) nos assiste em nossas fraquezas (Rm 8:26). Oh!, quantas dificuldades iniciais o coração experimenta no tempo de oração! Ninguém sabe quantas distrações e desvios levam o coração a se afastar da presença de Deus. Quanto orgulho também há, se somos capacitados com passividade? Quanta hipocrisia, se estamos diante dos outros? E quão pouca consciência temos da oração entre Deus e a alma, em secreto, se o espírito de súplica (Zc 12:10), não estiver ali para ajudar?
Por John BunyanGênesis, GN, 21:10, Então Sara disse a Abraão: - Mande embora essa escrava e o filho dela, porque o filho dessa escrava não será herdeiro com o meu filho Isaque.
Por Gênesis, Antigo TestamentoMarcos, MC, 7:14, E, convocando outra vez a multidão, Jesus disse: <J> - Escutem todos e entendam:</J>
Por Marcos, Novo Testamento#Ele #morreu... Ninguém sabe o porquê... Overdose de amor... Talvez por sofrer... Desde a tenra idade foi criança solitária... Brincava sempre sozinho... Seus sonhos era seu ninho... De vontade forte... "Diabo louro" era chamado... Muito tímido... Algumas vezes confundido... Com moleque mau-criado... Era diferente... Brincava sozinho de pique-esconde... De Deus ele se escondia... E rindo como podia... Desafiava a divindade... Para lhe encontrar naquela folia... Imaginava que o mundo era todo seu... Estranha e grande fantasia... Inocentemente feliz... Enquanto crescia... Ele dizia que era tão bom... Quando o pai lhe carregava em seus ombros... Seu avô o chamava de "bolinha"... E quando sua mãe preparava guloseimas... Não saia da cozinha... Brincava no barro... Caminhão... Casinha... Brincadeiras de roda... Era só alegria... Jogava peão... Sempre ganhava na amarelinha... Mas foi crescendo... E triste foi ficando... Descobriu o chorar... Quando muitos no céu foram morar... As peraltices deixaram saudades... Quando se apaixonou pela primeira vez... A criança foi embora... O rapaz apareceu... E na paixão não correspondida... Sofreu... Sonhou, um dia, ir embora... O mundo descobrir... Dizia que queria viver... Fazer por merecer... Continuar a crescer... Não mais sofrer... Então... Na ilusão presente... Conheceu muita gente... Acreditando que tudo era bom... Se perdeu... O espelho lhe enganou... Promessas falsas lhe fez... Maldade o circundou... Sua fé pereceu... Sorriso perdeu... Teve medo de abraçar... Teve medo, de mais uma vez, se doar... Anos foram passando... E ele sempre lamentando... Pelo mundo mágico que um dia acreditou... Pela magia que terminou... Nunca mais confiou... Nunca mais amou... Nunca mais sentiu... Tudo esfriou... As pedras azuis podem testemunhar... Mas são caladas... Não querem essa história contar... As árvores jazem mortas... Foram seus pais que plantaram... Disseram a ele que, em suas sombras, teria abrigo... Quando, já não mais aqui estivessem... Tudo se foi... Restou para ele o testemunho vazio dos tijolos... Da casa que em dias passados... Felicidade fazia morada... Das belas flores de sua mãe... Tão perfumadas... Do colo do pai... Abrigo escondido.... Descobriu lentamente... O tempo é um professor... A amadurecer... Superar a dor... "- Assim é a vida... " Dizia... Aprendeu... Acostumou... A colecionar alegrias... E guardar as tristezas também... Do cálice da amargura... Ele não bebeu... Mas também não temia... Sabia... Que tudo nessa vida é efêmera... Que termina um dia.... Desde a grande alegria... Até a torturante agonia... Ele confiou em Seu Criador... Pois ter fé... É aceitar sem realmente saber... O que está para acontecer... E sempre vale a pena viver... Sandro Paschoal Nogueira
Por Sandro Paschoal Nogueira