Mais frases de Duff!

Tenho um colete moral que tem me protegido sempre.

Por Fidel Castro

É saudade que toma, que toma, que toma conta de mim. E não me dá remorso, nem raiva, nem ódio da pena do fim.

Por Ana Castela (cantora)

Não podemos aceitar todo o crédito pelos nossos avanços recordes em determinados campos científicos. Nós fomos ajudados.

Por Hermann Oberth

A sociedade é um asilo de loucos cujos guardiões sõ os oficiais da lei

Por August Strindberg

Se o cavalo tivesse conhecimento da sua força, seria tão louco que se sujeitasse ao jugo, como acontece? Mas, caso ele se tornasse sensato e se libertasse, então dir-se-ia que tinha enlouquecido.

Por August Strindberg

⁠Todo mundo tem um amor Que quando deita e olha pro teto Vem a pergunta: Será que se fosse hoje A gente dava certo? Um episódio que nunca vai ser lançado Um álbum incompleto Uma história que parou pela metade Cê imagina o resto Ê saudade, que toma, que toma Que toma conta de mim E não me dá remorso nem raiva Nem ódio, dá pena do fim!

Por Ana Castela (cantora)

⁠A VIDA ESCREVE O fado meu contente, que a vida escreve Vivendo de amor, um desejo tão ingente Vive em uma poética, e tão eternamente Canta cá no soneto, tão puro e tão leve Se lá no assento do coração, tudo breve Não tem aquele olhar e, se não consente Sente não poetar o que não será ardente Sim, desencontros, triste sina prescreve E se vires que dele podes então merecer Não verseje a coisa duma dor que ficou Viva o momento, assim, verseje pra ser Rogue ao fado, pela sede que acreditou Traga pra ti a poesia no melhor querer O amor, a sensação do que não acabou. © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 20 de agosto de 2021, Araguari, MG

Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL

Eu lembro a mim mesmo toda manhã: nada que eu disser neste dia me ensinará coisa alguma. Portanto se eu pretendo aprender, devo fazê-lo através de ouvir.

Por larry king

O tempo é como uma prisão, alguns estão libertos mesmo estando presos a ele e outros aprisionados mesmo 'longe' das agruras de suas amarras.

Por Randerson Figueiredo.

PRA ALÉM DO CERRADO Para além do barranco do cerrado Talvez só a estrada, ou um castelo Talvez nada além dum olhar singelo Porém, pouco importa, vou levado Enquanto vou, aos devaneios velo E os gestos postos no chão arado Lavro cada sentimento denodado Não sei e nem pergunto, só prelo De que adianta querer qual lado Se o fado é tão diverso no paralelo E as curvas reveis no discordado E para aquilo que não vejo, o belo Sorriso, a mão do amor, ofertado Assim, refreio passada com flagelo Luciano Spagnol Poeta do cerrado Março de 2017 Cerrado goiano

Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL