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Eu trouxe ordem a partir do caos.

Por Arthur Conan Doyle

Salmos, SL, 34:18, Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado; ele salva os de espírito oprimido.

Por Salmos, Antigo Testamento

Salmos, SL, 140:10, Caiam sobre eles brasas vivas, sejam atirados ao fogo, lançados em abismos para que não mais se levantem.

Por Salmos, Antigo Testamento

Ezequiel, EZ, 23:7, Ela se prostituiu com eles, que eram todos a fina flor dos filhos da Assíria, e com todos aqueles pelos quais se inflamava; com todos os seus ídolos ela se contaminou.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Atos, AT, 11:30, E eles o fizeram, enviando essa ajuda aos presbíteros por meio de Barnabé e Saulo.

Por Atos, Novo Testamento

Jonas, JN, 3:10, Deus viu o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho; e Deus mudou de ideia quanto ao mal que tinha dito que lhes faria e não o fez.

Por Jonas, Antigo Testamento

Que bom se eu fosse uma diva. Daquelas bem dadivosas.

Por Ana Carolina

Josué, JS, 6:8, E assim foi que, como Josué havia falado ao povo, os sete sacerdotes, com as sete trombetas de chifre de carneiro diante do Senhor, passaram e tocaram as trombetas; e a arca da aliança do Senhor os seguia.

Por Josué, Antigo Testamento

Tem dias que a gente acorda e só pede a Deus força pra aguentar os contratempos da vida.

Por Nathallye Costa

Para além da orelha existe um som, à extremidade do olhar um aspecto, às pontas dos dedos um objeto – é para lá que eu vou. À ponta do lápis o traço. Onde expira um pensamento está uma ideia, ao derradeiro hálito de alegria uma outra alegria, à ponta da espada a magia – é para lá que eu vou. Na ponta dos pés o salto. Parece a história de alguém que foi e não voltou – é para lá que eu vou. Ou não vou? Vou, sim. E volto para ver como estão as coisas. Se continuam mágicas. Realidade? eu vos espero. É para lá que eu vou. Na ponta da palavra está a palavra. (...) À beira de eu estou mim. É para mim que eu vou. E de mim saio para ver. Ver o quê? ver o que existe. Depois de morta é para a realidade que vou. Por enquanto é sonho. Sonho fatídico. Mas depois – depois tudo é real. E a alma livre procura um canto para se acomodar. Mim é um eu que anuncio. (...) Amor: eu vos amo tanto. Eu amo o amor. O amor é vermelho. (...) À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamenta. Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento? que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo. Eu à beira do vento. O morro dos ventos uivantes me chama. Vou, bruxa que sou. E me transmuto. (...) Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós.

Por Clarice Lispector