Veja outros textos inspiradores!
I Crônicas, 1CR, 26:23, Dos anramitas, dos isaritas, dos hebronitas, dos uzielitas,
Por I Crônicas, Antigo TestamentoII Samuel, 2SM, 12:21, O seus servos lhe disseram: - Que é isto que o senhor fez? Pela criança viva o senhor jejuou e chorou, mas, depois que ela morreu, se levantou e se pôs a comer!
Por II Samuel, Antigo TestamentoÊxodo, EX, 14:15, O Senhor disse a Moisés: - Por que você está clamando a mim? Diga aos filhos de Israel que marchem.
Por Êxodo, Antigo TestamentoJuízes, JZ, 4:14, Então Débora disse a Baraque: - Prepare-se, porque este é o dia em que o Senhor entregou Sísera em suas mãos. Não é verdade que o Senhor está indo à sua frente? Então Baraque desceu do monte Tabor, e dez mil homens o seguiram.
Por Juízes, Antigo TestamentoPor que motivo, então nos entregamos à tarefa que jamais encontramos fim e não pode encontrá-lo?
Por Max WeberEzequiel, EZ, 45:11, O efa, para medir cereais, e o bato, para medir líquidos, serão da mesma capacidade, de maneira que o bato contenha a décima parte do ômer, e o efa contenha a décima parte do ômer. O ômer será a medida padrão.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoTudo o que acontece, acontece. Tudo o que, ao acontecer, faz com que outra coisa aconteça, faz com que outra coisa aconteça. Tudo o que, ao acontecer, faz com que ela mesma aconteça de novo, acontece de novo. Isso, contudo, não acontece necessariamente em ordem cronológica.
Por Douglas AdamsMarcos, MC, 5:31, Os discípulos responderam: - O senhor está vendo que a multidão o aperta e ainda pergunta: ´Quem me tocou?`
Por Marcos, Novo TestamentoA arte não é, de modo nenhum, necessária. Tudo o que é preciso para tornarmos o mundo mais habitável é o amor.
Por Isadora DuncanMeu diário público 25/05/2025 Me chamo Aline Caira, costumo usar o pseudônimo de Kayra, enfim... carrego em mim a história de uma infância moldada pela hostilidade e crueldade. Um lar que, ao invés de ser um refúgio, foi palco de violência física, mental e psicológica, tecendo uma teia de sofrimento em meu ser. Cresci em silêncio, aprendendo a suportar a dor, pois, aos olhos de meus algozes, eu era um ser desprezível, culpada até mesmo pelas travessuras e pequenas artes inerentes à infância. A cumplicidade de minha própria irmã, que, ao invés de ser amiga, me apelidava de "bruxa", "Olivia Palito" e me atacava com palavras cruéis sobre minha magreza, feiúra e suposta burrice, só aprofundava a ferida. A fachada de felicidade em passeios e eventos logo se desfazia ao cruzar a porta de casa, onde o terrorismo psicológico se instalava. Era o inferno particular, a solidão em meio àqueles que deveriam me amar. As palavras, como navalhas, cortavam minha alma, somadas às agressões físicas que marcaram meu corpo: chutes, pontapés, puxões de cabelo, socos no rosto, tapas ensurdecedores. Unhas que rasgavam minha pele, beliscões que me feriam profundamente. A violência escalou ao ponto de um afogamento simulado por minha própria mãe em um tanque d'água, um ato que ecoa em meus pesadelos até hoje. Fui atirada da escada, humilhada e exposta a situações vexatórias, com meu pai me xingando e espancando em público, na rua, na escola, até mesmo diante da diretora. A vergonha e o medo se tornaram meus companheiros constantes. O que torna tudo ainda mais lamentável é a conivência silenciosa dos familiares, testemunhas passivas do meu sofrimento. O motivo? Permanece um mistério doloroso. É incompreensível a existência de seres humanos capazes de presenciar o sofrimento de uma criança e permanecer inertes. Na vida adulta, carrego comigo essa criança ferida, sedenta por amor e pela segurança que nunca encontrou nos braços de seus pais. A busca por esse afeto perdido se manifesta em padrões de comportamento, em relacionamentos que, muitas vezes, repetem a dinâmica dolorosa do passado. Minha vida adulta é permeada por tristezas, dores e sofrimentos. A depressão se tornou uma sombra constante, uma batalha diária que me consome. Há dias em que a exaustão me impede de sequer levantar da cama. No entanto, o olhar doce e amoroso de minha filha me impulsiona a seguir em frente. Por ela, por seu bem-estar, não posso me render às minhas próprias dores. Ela é a luz que me guia, a força que me mantém de pé, a razão para lutar contra a escuridão que me assola. E é por ela que busco a cura, a libertação das amarras do passado, para que ela possa ter a mãe que eu nunca tive.
Por Aline Caira