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Contanto que não se torne um hábito, perder é uma ferramenta poderosa de liderança.
Por Alex FergusonEu quero tanto que ela seja inocente que não posso confiar em meu próprio julgamento.
Por Gillian McAllisterTill We Ain't Strangers Anymore Pode ser difícil sermos amantes Mas é mais difícil sermos amigos; Querida, levante os lençóis! Está na hora de me deixar entrar, Talvez acender algumas velas; Eu irei trancar a porta; Se você conversasse comigo Até que não sejamos mais estranhos. Coloque a cabeça em meu travesseiro, Eu sentarei ao seu lado na cama; Você não acha que está na hora De dizermos algumas coisas que não foram ditas? Nunca é tarde para voltar àquele lugar, De volta para o caminho que nós estávamos; Por que você não olha para mim Até que não sejamos mais estranhos? Ás vezes é difícil de me amar, Ás vezes é difícil de te amar também, Eu sei que é difícil de acreditar Que o amor pode nos salvar; Seria tão fácil viver sem os problemas Me abrace, querida Até que não sejamos mais estranhos. É difícil encontrar o perdão Quando apagamos as luzes; É difícil dizer o quanto se está arrependido Quando não diferenciamos o certo do errado; Seria tão fácil passar a vida inteira se divertindo; Então vamos resolver isso, Não há razão para mentirmos. Me diga quem você vê quando você olha em meus olhos; Vamos unir os nosso corações novamente, E os pedaços estarão espalhados pelo chão. Faça amor comigo, querida Até que não sejamos mais estranhos, Nós não somos mais estranhos
Por Bon JoviII Samuel, 2SM, 15:18, Todos os seus servos passaram por ele. Também toda a guarda real e todos os geteus, seiscentos homens que o seguiram de Gate, passaram diante do rei.
Por II Samuel, Antigo TestamentoII Samuel, 2SM, 7:16, Quanto a você, a sua casa e o seu reino serão firmados para sempre diante de mim; o seu trono será estabelecido para sempre.`
Por II Samuel, Antigo TestamentoOs marinheiros invadiam as tabernas. Riam alto do alto dos navios. Rompiam a entrada dos lugares. As pessoas pescavam dentro de casa. Dormiam em plataformas finíssimas, como jangadas. A náusea e o frio arroxeavam-lhes os lábios. Não viam. Amavam depressa ao entardecer. Era o medo da morte. A cidade parecia de cristal. Movia-se com as marés. Era um espelho de outras cidades costeiras. Quando se aproximava, inundava os edifícios, as ruas. Acrescentava-se ao mundo. Naufragava-o. Os habitantes que a viam aproximar-se ficavam perplexos a olhá-la, a olhar-se. Morriam de vaidade e de falta de ar. Os que eram arrastados agarravam-se ao que restava do interior das casas. Sentiam-se culpados. Temiam o castigo. Tantas vezes desejaram soltar as cordas da cidade. Agora partiam com ela dentro de uma cidade líquida.
Por Filipa Leal